
Enquanto a primeira-ministra belga, Sophie Wilmes, visitava o hospital “Saint-Pierre” em Bruxelas, no sábado, 16 de maio de 2020, médicos, enfermeiros e funcionários de ambulâncias deram as costas ao carro dela em um protesto silencioso, criando um “caminho de vergonha”.
O protesto dos médicos, de acordo com a mídia local, em um dos países mais afetados pela pandemia de Coronavírus, com mais de 9.000 mortes relacionadas à Covid-19, pretendia expressar desaprovação à administração do governo para com a pandemia do Covid-19 e também a uma legislação aprovada recentemente em relação a empregos no setor da saúde.
A equipe médica de toda a Bélgica tem se queixado de fadiga e esgotamento extremo, devido às longas horas de trabalho durante o surto do vírus, bem como aos baixos salários e cortes no orçamento.
Além disso, o governo aprovou uma legislação “controversa” que aumenta a carga de trabalho dos profissionais de saúde e permite o recrutamento de trabalhadores médicos não qualificados para os cargos de enfermagem.
>> Assista o vídeo (01:24) aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=3ISvn_e1e-A&t=0s
Vídeo postado no Twitter por @tomvangrieken em 16 de maio de 2020
Tradução > A. Padalecki
agência de notícias anarquistas-ana
outro assobio
escuto os passarinhos
sem dar um pio
Ricardo Silvestrin
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
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