
Desde Enseñanza e Intervención Social CNT Comarcal Sur Madrid queremos tornar público que, diante do absurdo do início do ano letivo que o Conselho de Educação e Juventude da Comunidade de Madrid pretende realizar, vamos nos unir às mobilizações e greves anunciadas pelos sindicatos CCOO, UGT, STEM e CGT e pelas comunidades educativas para bloquear o início do ano letivo. Vamos apoiar as greves e mobilizações por responsabilidade, porque queremos garantir a integridade das pessoas, porque não queremos que ninguém seja colocado em perigo através das escolas públicas e porque queremos avançar em melhorias trabalhistas e educacionais, queremos partir do que nos foi tirado antes de 2011. Por enquanto, os sindicatos acima mencionados estão propondo as seguintes datas de greve:
• Dia 4 de setembro: Escolas Infantis (incluindo a EAT).
• Dia 8 de setembro: Escolas Infantis e Primárias (incluindo EOEP Geral e Específica) e Centros de Educação Especial.
• Dia 9 de setembro: Escolas de Ensino Secundário e Vocacional.
• Dia 10 de setembro: todos os níveis e ensinamentos da educação pública não-universitária.
Queremos chamar não apenas professores, mas também o pessoal não docente dos centros educacionais, estudantes e famílias para se juntarem a essas mobilizações e se organizarem em assembleias. Enquanto houver assembleias que queiram lutar, nós apoiaremos essas lutas. Portanto, desde nosso sindicato nos oferecemos para legalizar no futuro aquelas greves e ações que têm o apoio majoritário das assembleias e comunidades educacionais.
Mas o que exigimos com essas mobilizações?
• Mais contratações de professores para baixar os índices.
• Planos reais de segurança sanitária nas salas de aula que incluem a presença de pessoal de saúde nos centros educacionais, protocolos que evitam o contágio e material de saúde para todas as pessoas que passam pelos centros educacionais.
• Os professores devem ser isentos de responsabilidade por possíveis infecções na sala de aula.
• Contratação direta de mais pessoal de limpeza para garantir que as condições sociais e sanitárias sejam mantidas.
• Medidas e recursos para a correção da divisão digital.
• Planos reais com recursos para a atenção à diversidade nas salas de aula.
• Fornecimento de material e infraestrutura para garantir que as aulas possam continuar em casa no caso de novos confinamentos e reconhecimento das horas extras trabalhadas para a preparação de novos materiais.
• Redução do horário de trabalho remunerado para trabalhadores com filhos menores de 14 anos que têm que apoiá-los em suas horas de estudo.
• Recuperar as condições de trabalho antes dos cortes de 2011, incluindo a redução da carga de trabalho e o aumento dos salários de todos os trabalhadores que não foram feitos desde então.
• Que não ocorram cortes para as segundas línguas no ensino secundário e uma mudança para eliminar horas de religião.
Reiteramos nosso incentivo à mobilização. Entretanto, não queremos esquecer nossa natureza assembleiaria e autogestionária, por isso convocamos todos os profissionais a participar não apenas de mobilizações, mas também de assembleias escolares e concentrações em centros educacionais, mas também incentivamos a participação diária em assembleias e organizações sindicais horizontais.
Somente através destes dias poderemos pôr fim ao vórtice da privatização da educação de Madrid que serve para enriquecer as mãos privadas.
Acreditamos que é necessária uma revisão da política educacional, que vai desde o currículo até as formas de participação na vida educacional dos estudantes e também das mães e dos pais.
A partir deste sindicato entendemos estas mobilizações como um início da mudança nas políticas educacionais, por isso vamos empregar nossos esforços com novas mobilizações para alcançar estes objetivos.
Enseñanza e Intervención Social CNT Comarcal Sur Madrid
E-mail: seis@comarcalsur.cnt.es / Twiter: @SEIScomarcalCNT
CNT Comarcal Sur Madrid
Tradução > Liberto
agência de notícias anarquistas-ana
uma faúlha
ao sabor do vento?
um vaga-lume
Rogério Martins
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!