
“Toda sua experiência anterior e uma troca amigável e próxima com os trabalhadores latinos fizeram de Bakunin o poderoso adversário do Estado e o feroz lutador revolucionário anarquista que ele se tornou nos últimos dez anos de sua vida.
Aqui Bakunin mostrou todos os poderes de seu gênio revolucionário. Não se pode ler seus escritos durante esses anos – em sua maioria panfletos que tratam de assuntos do dia, e ainda assim cheio de profundas visões da sociedade – sem ser inflamado pela força de suas convicções revolucionárias. Lendo estes escritos e seguindo sua vida, compreende-se porque ele inspirou tanto seus amigos com o fogo sagrado da revolta”.
Pyotr Kropotkin, Celebrando o aniversário de Bakunin, 1914.
agência de notícias anarquistas-ana
Tiê-sangue vermelho
como o fogo
uma rara beleza
Akemi Yamamoto Amorim
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!