
Na madrugada do dia 19 de novembro, um ano após o assassinato do nego Beto por 2 seguranças do Carrefour, saímos a colar uns cartazes em sua memória no viaduto Obirici que fica na frente do supermercado (em Porto Alegre-RS). Os cartazes diziam “Beto Presente, Não esquecemos nem Perdoamos” e tinham o rosto dele pintado. Beto foi morto porque vivemos numa sociedade racista na qual a justiça é feita pelos descendentes dos escravocratas e na qual a violência é monopolizada pelos herdeiros dos capitães do mato. As fotos dos cartazes apareceram nas redes sociais¹ e uma semana depois, uns fascistas chegaram para atropelar a memória do Beto. Picharam acima dos cartazes: “Mereceu” e “Vagabundo”.
Na hora, voltamos pras ruas, com mais cartazes e com mais raiva. Por Beto e por todas as pessoas assassinadas nas mãos da polícia, dos jagunços, capangas e “cidadãos de bem”, todos lacaios do governo racista.
O racismo e o fascismo não se discutem, se combatem!
Nenhum ataque sem resposta!
Fogo nos racistas, a recuperarmos e libertarmos as ruas do fascismo!
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Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
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crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!
Vida longa à uaf! Vida longa ao anarquismo!