
Lorenzo Kom’boa Ervin (Autor); William C. Anderson (Prefácio); Joy James (Prefácio)
Anarchism and the Black Revolution (Anarquismo e a Revolução Negra) uniu o pensamento radical Preto à teoria anarquista em 1979. Agora, em meio à uma onda organizacional crescente de política Preta, este clássico fundamental escrito por uma figura chave do Movimento dos Direitos Civis é republicado com uma riqueza de conteúdo original para uma nova geração.
A teoria anarquista sofreu por muito tempo um problema de “branquitude”. Este livro coloca suas criticas ao capitalismo e ao racismo como parte central de seu texto. Fazendo dele um caso poderoso para a construção de um Movimento Revolucionário Preto que rejeita machismo, homofobia, militarismo e racismo, Lorenzo Kom’boa Ervin rebate as mentiras e distorções sobre o anarquismo espalhado por seus oponentes de direita e esquerda.
O novo conteúdo inclui uma entrevista com o escritor e ativista William C. Anderson, também como novos textos, e uma biografia contextualizada da inspiradora vida do autor.
“Um poderoso – e até surpreendente – livro que desafia os velhos costumes do anarquismo branco. Sua análise de violência policial e ameaça do fascismo são tão importantes agora como foram importantes no final da década de 70. Talvez até mais.” — Peter James Hudson, Black Agenda Report
Anarchism and the Black Revolution
Editora: Pluto Press
Formato: Livro
Encadernação: Plástico
Páginas: 224
ISBN-13: 9780745345819
Preço: $20,21
plutobooks.com
Tradução > Adriano Filho
agência de notícias anarquistas-ana
este papel de parede
ou ele se vai
ou eu me vou
Oscar Wilde
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!