
Na quarta-feira (31 de maio), o julgamento do chamado caso “Antifa Ost” foi proferido perante o Tribunal Regional Superior de Dresden. Vários antifascistas foram acusados de formar uma “associação criminosa” que teria cometido ataques contra as forças fascistas. Membros da cena de extrema-direita em Leipzig, Wurzen e Eisenach teriam sido “brutalmente espancados”. As supostas vítimas foram os esquadrões dos jovens nacionalistas e do movimento fascista identitário.
Lina E., foi acusada de ser a “cabeça” do grupo antifascista de Leipzig pelo Ministério Público Federal, que pediu uma pena de prisão de oito anos. Ela foi condenada a cinco anos e três meses de prisão por participar de uma série de ataques a neonazistas e outros fascistas durante um período de dois anos.
Três outros antifascistas, Lennart A, Jannis R e Jonathan M, teriam unido forças com ela no final de 2019. Os homens foram condenados a penas entre 27 e 39 meses de prisão.
Evidências concretas foram escassas durante o julgamento; em vez disso, a convicção política da acusada foi decisiva.
Lina E. está sob custódia desde sua prisão em 5 de novembro de 2020. Os outros suspeitos permanecem em liberdade.
Entre os ataques que ela foi acusada de ajudar a orquestrar está um incidente de 2020, no qual antifascistas espancaram um grupo de seis fascistas que voltavam de uma cerimônia que marcava o 75º aniversário do bombardeio de Dresden. O evento atrai regularmente neonazistas e outros fascistas.
Na preparação para o julgamento, os acusados sempre receberam amplo apoio do movimento antifascista.
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Cláudio Fontalan
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.
Enquanto isso no Brasil...
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A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…