
“A arte não é algo que uma só pessoa faz, mas um processo posto em movimento por muitos“. – John Cage
Neste programa número 240 de “La Alegre Corchea Libertaria”, vamos apresentar o pianista e compositor John Cage, nascido em Los Angeles (EUA) em 5 de setembro de 1912. Este programa é uma reposição do programa número 36, de quando ainda não emitíamos em rádios livres.
Pioneiro da música aleatória, da música eletrônica e do uso não padrão de instrumentos musicais, Cage foi uma das figuras principais da vanguarda do pós guerra. Os críticos o aplaudiram como um dos compositores estadunidenses mais influentes do século XX. Foi decisivo no desenvolvimento da dança moderna, principalmente através de sua associação com o coreógrafo Merce Cunningham.
Cage é conhecido principalmente por sua composição 4′33″, três movimentos que se interpretam sem tocar uma só nota. Outra famosa criação de Cage é o piano preparado, para o qual escreveu numerosas obras relacionadas com a dança e várias peças para concerto.
Depois da apresentação, se poderá escutar uma seleção de suas músicas:
1. Music for Marcel Duchamp (1947)
2. Sonatas nº 1, 2, 3 e 5 de “Sonatas and interludes for prepared piano” (1946-1948, interpretada por Agnese Toniutti)
3. Dream (1948)
4. Quartets I-VIII (1976, interpretados por Radio Sinfonie Orchester Frankfurt, dirigida por Lucas Vis)
>> Para ouvir, clique aqui:
https://alegrialibertaria.org/wp/john-cage-el-anarquista-del-silencio-reposicion/
Tradução > Sol de Abril
agência de notícias anarquistas-ana
A folha se vai
embarca em qualquer som
rio abaixo.
Masatoshi Shiraishi
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!