
Convidamos você a comemorar um novo Primeiro de Maio na Plaza Bogotá, bairro Matta Sur, a partir das 14h, para lembrar os companheiros anarquistas assassinados pelo Estado gringo e pela abolição do trabalho, dos salários, da autoridade e dessa sociedade de classes que é mantida pela exploração de todos nós, dos animais e da terra.
Diante do cenário atual em que o sionismo se sente à vontade para assassinar impunemente milhares de pessoas na Faixa de Gaza, na Palestina histórica, diante dos conluios criminosos do empresariado que terminaram com a morte de mais de 100 pessoas nos incêndios da última temporada na V região e uma devastação sem paralelo entre as famílias exploradas do setor, diante dos despejos das casas e terras ocupadas, diante da contínua deterioração da saúde mental do proletariado por viver nessa sociedade de miséria e uma infinidade de outros motivos, continuamos nos organizando, compartilhando, analisando, atacando e resistindo como anarquistas contra toda autoridade, seus defensores e seus falsos críticos.
Que as redes que destruirão esse sistema sejam tecidas na sociabilidade fraterna e na luta firme e determinada, que continuemos a nos reunir para nos tornarmos mais fortes e mais eficazes em nosso ataque aos poderosos que mantêm o atual estado de coisas.
POR UM PRIMEIRO DE MAIO COMBATIVO E ANARQUISTA!
EM MEMÓRIA DOS MÁRTIRES DE CHICAGO!
PELA LIBERDADE DE TODOS OS COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS NA PRISÃO!
CONTINUAMOS A LUTAR PARA QUE VIVA A ANARQUIA!
agência de notícias anarquistas-ana
Brilha até de dia
O relógio fluorescente –
Estação chuvosa.
Keizan Kayano
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!