
A primeira-dama Janja da Silva defendeu a exploração de petróleo no bloco da margem equatorial, próxima à bacia da foz do Amazonas, na costa do Amapá, nesta quarta-feira (13/11), antes da Cúpula de Líderes do G20, no Rio de Janeiro.
Como o marido, o presidente Lula (PT), ela indicou que a exploração deve ser feita de forma responsável.
A extração, defendida pela Petrobras, é polêmica pela distância de cerca de 500 km do rio. No ano passado, o Ibama chegou a dar um parecer que impedia a iniciativa, que depois foi liberada pela AGU (Advocacia-Geral da União).
Lula sempre defendeu a exploração, embora vá em caminho contrário ao discurso de desenvolvimento sustentável do governo. A justificativa do Planalto, reverberada pelo ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia), é que, enquanto a transição energética não for feita, é preciso manter a exploração.
A extração pode prejudicar o bioma de toda a região. Estudos indicam que as construções e intervenções podem alterar a maré e até influenciar na fauna e na flora ao longo de todo o rio.
Fonte: agências de notícias
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