
Este vídeo é um manifesto visual contra as formas hegemônicas de exploração que, em nome do progresso, reduzem a floresta a solo perfurável, a corpos descartáveis, a territórios negociáveis. Na Amazônia, é comum ouvir que o açaí é o nosso petróleo. A metáfora nasce do chão: não da lógica da escavação, mas da abundância que escorre das palmeiras e alimenta o cotidiano das pessoas.
L e t r a – Nosso Petróleo
Nosso petróleo não destrói, não envenena rios
Não perfura a terra
Escorre das palmeiras,
Roxo de vida. Não rasga a pele do mundo
É riqueza que cresce,
Que alimenta
Que se reparte
O deles cheira a morte,
Nas manhãs frescas
Na beira do rio.
La vêm o progresso
Com máquinas e promessas
A floresta já conhece essa história
Isso cheira a morte
Nosso petróleo é o açaí,
Nasce livre, nasce aqui!
Não é lama, nem veneno,
É raiz, é alimento.
Corre livre na floresta,
Forte, vivo, nos sacia.
Não provoca dor na terra,
Nem em quem nela está.
>> Assista o vídeoclipe aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=MvnGfTfsJcs
agência de notícias anarquistas-ana
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!