
No domingo, 10 de agosto, milhares de pessoas foram às ruas, em ilhas e destinos turísticos, realizando todos os tipos de ações em portos, praias, praças, com concentrações, marchas e bandeiras palestinas e faixas de solidariedade ao povo palestino.
Com vigor, energia e participação em massa dos cidadãos nos chamados da Marcha para Gaza e de muitos coletivos, palavras de ordem foram gritadas e ouvidas contra o genocídio do povo palestino em Gaza, a ocupação e a exclusão pelo Estado assassino de Israel. É por isso que muitos slogans de boicote a Israel e a turistas israelenses indesejados. Assim como contra o governo e o Estado gregos, entre aqueles mais dispostos a cooperar com um Estado genocida, bem como com os EUA e a OTAN, e, portanto, cúmplices dos crimes em massa cometidos na Palestina.
Após o dia 10 de agosto, o movimento de solidariedade na Palestina e as guerras dos governantes emerge ainda mais forte e mostra que, além de Estados, governos e instituições autoritárias, os cidadãos de baixo podem se mobilizar e se mobilizam, e além da solidariedade, eles estão praticamente mostrando o caminho da resistência às guerras dos governantes.
agência de notícias anarquistas-ana
Escudo de papel:
as leis são frágeis diante
de um poema em brasa.
Liberto Herrera
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.
Enquanto isso no Brasil...
Espaços como esse são fundamentais! Força compas. Vou contribuir!
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…