
Na noite de 27 de setembro de 1970, há 55 anos, cinco jovens da Calábria que viajavam para Roma foram massacrados em um acidente de carro forjado nas proximidades de Ferentino.
Mucky (Annelise), Gianni, Angelo, Luigi e Franco, companheiros anarquistas, foram assassinados porque possuíam documentos e fotos que revelavam o envolvimento do governo, da polícia e de grupos fascistas nos ataques terroristas e na promoção de ódio e medo social que ocorriam desde o Massacre de Estado (Strage di Stato) em diante: a revolta de Reggio Calábria com a conivência da máfia e a bomba no trem Freccia del Sul, que causou 6 mortes e 70 feridos.
O dossiê preparado por eles identificava nomes de mandantes e executores, com fotos dos responsáveis ao lado de notáveis e políticos.
Para lembrá-los mais uma vez, no sábado, dia 27, nos encontraremos com a irmã de Gianni Aricò, Roberto Gargamelli, Rocco Palamara e, por videoconferência, com Fabio Cuzzola e Pino Vermiglio, às 19h, no Grupo Anarquista M. Bakunin. Em seguida, haverá jantar e apresentação musical dos Cialtroni no palco.
A ocasião também marcará os 80 anos da sede anarquista na Via Vettor Fausto, 3.
Grupo Anarquista Mikhail Bakunin – FAI Roma e Lácio
agência de notícias anarquistas-ana
Vovô, venha ver!
Nossa árvore não morreu!
Tem folhas novas!
Neide Portugal
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!