
Não viemos pedir nada. Não viemos implorar direitos nem mendigar compreensão. Viemos exigir-nos a nós mesmas, a sacudir a preguiça mental.
Frente ao avanço do fascismo, do patriarcado e de um sistema que pretende governar-nos com medo, disciplina e obediência, afirmamos o mesmo que ontem e que hoje volta a ser urgente: não aceitamos tutelas. Nem a do Estado, nem a do homem, nem de partidos, nem de hierarquias que falam em nosso nome enquanto decidem por nós.
Somos feministas porque combatemos todas as violências.
Somos antifascistas porque o autoritarismo sempre começa controlando corpos e silêncios.
Somos anarquistas porque cremos na ação coletiva, no apoio mútuo e na autogestão e na horizontalidade.
Queremos mudar tudo. Queremos vidas dignas, livres e sem medo. Mulheres que não obedeçam cegamente, que não repitam bandeiras alheias.
Não queremos disciplina que anule a iniciativa, nem hierarquias que convertam a umas em mandos e a outras em obedientes. Queremos responsabilidade livremente assumida e cooperação.
Nossa luta não é contra o homem, mas contra tudo o que oprime: a ignorância, a miséria, a exploração e a autoridade imposta.
Por isso saímos à rua.
A luta é agora. A fazemos nossas.
Nos organizamos porque a vida não se delega.
CNT-AIT
Tradução > Sol de Abril
agência de notícias anarquistas-ana
sob o último sol,
ave beija a face do lago;
o espelho trêmulo se arrepia.
Alaor Chaves
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.
Enquanto isso no Brasil...
Espaços como esse são fundamentais! Força compas. Vou contribuir!
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…