
O livro é uma crítica ao heroísmo, uma defesa da alegria e da potência imanente, uma história pessoal que atravessa diversas cidades, épocas e ideias radicais. Defende uma forma de vida coletiva. Este ensaio conta a história de como conheci o anarquismo em minha adolescência, mesclado com o punk e o skate. Revisa o machismo e o racismo que desde o começo obstaculizaram o movimento anarquista nos debates, relatos e experiências que seus pensadores clássicos tiveram para depois tecer como todos esses fantasmas viajaram à América e dão forma ao ativismo de nossos dias.
Este não é um livro acadêmico, é um ensaio pessoal sobre a extrema esquerda com um estilo ameno, ágil, que fala de formas de vida. É uma autobiografia desde e para o político que passa por muitas outras coisas que podem atrair a vários tipos de leitores. É um ensaio sobre a adolescência, a necessidade de pertencimento, o proletariado, os povos, as subculturas urbanas. Por isso está escrito em um tom poético e pessoal.
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agência de notícias anarquistas-ana
árvore seca
a lua é a mosca
em sua teia
Aclyse de Mattos
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.
Enquanto isso no Brasil...
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A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…