
O livro é uma crítica ao heroísmo, uma defesa da alegria e da potência imanente, uma história pessoal que atravessa diversas cidades, épocas e ideias radicais. Defende uma forma de vida coletiva. Este ensaio conta a história de como conheci o anarquismo em minha adolescência, mesclado com o punk e o skate. Revisa o machismo e o racismo que desde o começo obstaculizaram o movimento anarquista nos debates, relatos e experiências que seus pensadores clássicos tiveram para depois tecer como todos esses fantasmas viajaram à América e dão forma ao ativismo de nossos dias.
Este não é um livro acadêmico, é um ensaio pessoal sobre a extrema esquerda com um estilo ameno, ágil, que fala de formas de vida. É uma autobiografia desde e para o político que passa por muitas outras coisas que podem atrair a vários tipos de leitores. É um ensaio sobre a adolescência, a necessidade de pertencimento, o proletariado, os povos, as subculturas urbanas. Por isso está escrito em um tom poético e pessoal.
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Formato em papel: https://traficantes.net/libros/no-existe-dique-capaz-de-contener-al-oc%C3%A9ano-furioso
agência de notícias anarquistas-ana
árvore seca
a lua é a mosca
em sua teia
Aclyse de Mattos
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!
Comunistas, Capitalistas e Anarquistas e a servidão voluntária. Mas... A hora mais escura é logo antes do amanhecer. (Provérbio árabe)
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.