
No domingo, 10 de maio, realizamos uma manifestação em frente ao Hospital-Maternidade Elena Venizelos, em relação à recente pesquisa que confirmou o que já vínhamos constatando há muito tempo: dezenas de hospitais no interior e nas ilhas negam às pessoas com útero o acesso ao aborto.
A recusa dos médicos em realizar abortos faz parte do ataque patriarcal do Estado e da Igreja contra nossos corpos e nossas vidas.
Durante a ação, foram distribuídos textos traduzidos para várias línguas e panfletos foram espalhados pela área ao redor do hospital.
O dia não foi escolhido por acaso. Foi simbolicamente marcado para 10 de maio, Dia das Mães, em oposição à imposição da maternidade como “papel natural” e dever social. O aborto é um direito e a autodeterminação é inegociável.
Com o slogan:
“CONTRA O ESTADO, A IGREJA E A PÁTRIA, A PALAVRA SOBRE O NOSSO CORPO É NOSSA”
Deixamos claro que nenhum médico, padre, policial ou chefe decide por nós.
A repressão estatal se manifestou imediatamente, com a DIA, viaturas e a polícia de segurança vigiando a intervenção durante toda a sua duração. Os mecanismos do Estado parecem sempre encontrar tempo e forças para vigiar aqueles que optam por lutar, mas nunca para aqueles que são assassinados pela violência patriarcal.
A repressão não nos aterroriza; pelo contrário, nos enche ainda mais de raiva.
NÃO NASCEMOS, NÃO LUTAMOS POR NENHUMA PÁTRIA – DEUS – SENHOR
ACESSO GRATUITO AO ABORTO PARA TODAS AS PESSOAS COM ÚTERO
Casa para o Empoderamento e a Emancipação
Coletivo Feminista de Base
agência de notícias anarquistas-ana
Chuva de outono
Folhas secas de momiji
Entopem a calha
Chico Pascoal
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.
Enquanto isso no Brasil...
Espaços como esse são fundamentais! Força compas. Vou contribuir!
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…