
A história do anarquismo é frequentemente contada por meio de seus personagens mais famosos, mas isso é, na verdade, uma simplificação que obscurece uma história menos conhecida, porém igualmente importante: aquela construída coletivamente pelas fileiras de homens e mulheres que escolheram se rebelar contra o domínio. A qualquer custo. E é justamente essa cavalgada anônima no tempo e no espaço que Enckell nos narra: desde as primeiras organizações operárias de meados do século XIX até os black blocks do início do século XXI, passando pelo nascimento da Internacional Antiautoritária, a ascensão do sindicalismo de ação direta, as revoluções do século XX e a catástrofe dos totalitarismos. Uma história de derrotas, sim, mas também de contínuos renascimentos: depois de 1945, com a ascensão dos movimentos antimilitaristas e as batalhas pela descolonização; depois de 1968, com a explosão da contracultura libertária; depois de 1999, com as lutas antiglobalização e o surgimento de novas práticas radicais. Uma pequena história de homens e mulheres comuns obstinadamente decididos a mudar o mundo.
Piccola storia dell’anarchismo
Marianne Enckell
Tradução: Vincenzo Papa
136 pp.
13,30 €
Tradução > Liberto
agência de notícias anarquistas-ana
Sobre o telhado
um gato se perfila:
lua cheia!
Maria Santamarina
A bit older than Tomás Ibáñez... and less fluent writer not integrated in academy, I still daher to the scientific…
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!
Comunistas, Capitalistas e Anarquistas e a servidão voluntária. Mas... A hora mais escura é logo antes do amanhecer. (Provérbio árabe)
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.