
A história nos ensina que não podemos depositar nosso futuro e nossa capacidade de organização nas instituições.
Direitos conquistados podem ser retirados, territórios homologados podem ser ameaçados e garantias legais podem desaparecer. Por isso, fortalecer a autonomia, o apoio mútuo e a organização de base é uma necessidade permanente e primordial.
Quanto mais energia dedicamos a implorar proteção às instituições, menos investimos na construção da força capaz de nos proteger por nós mesmos.
Nada nos impede de lutar por nossos direitos. Mas, ao mesmo tempo, é fundamental dedicar à construção autônoma a mesma energia que dedicamos ao desgaste de pedir respostas àqueles que, repetidas vezes, demonstram não cumprir o que prometem.
A transformação social não nasce da espera. Ela nasce da organização, da solidariedade e da capacidade de construir coletivamente aquilo que desejamos defender.
Autonomia Indígena Libertária – AIL
@autonomiaindigenalibertaria
agência de notícias anarquistas-ana
Acordo feliz
Uma, duas folhas caindo
Quero ver de novo.
Douglas Eduardo Rothemann – 8 anos
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!