
Realizou-se ontem (19/07) o cortejo lançado por diversas organizações genovesas e não apenas, pelos 25 anos do assassinato de Carlo Giuliani.
A construção do cortejo nacional começou com um seminário realizado em 4 de julho em Gênova. Companheiras e companheiros de toda a Itália discutiram e debateram questões-chave da atualidade: a tendência geral à guerra; o papel da Itália e da Europa nos conflitos internacionais hoje e no futuro; o custo da crise cada vez mais pesado, descarregado sobre o proletariado europeu pelas escolhas dos Estados Unidos para defender seu papel de diretores das principais cadeias de valor globais; as subjetividades juvenis dentro da guerra.
O cortejo nacional estabeleceu dois pontos de encontro: a composição mais jovem do movimento organizou-se em frente à escola Diaz, palco do massacre perpetrado pelas forças de segurança naqueles dias de luta. O encontro principal, por sua vez, esperou os jovens e as jovens na praça Alimonda, onde Carlo Giuliani foi assassinado a sangue frio. Reunidos os dois pontos, o cortejo partiu numerosíssimo pelas ruas de Gênova.
Mais de 10 mil pessoas se moveram juntas atrás da principal faixa que dizia: “em todo caso, nenhum remorso”.
O cortejo assumiu o elemento do antifascismo militante. Na Via Montevideo, inclusive, foi feita uma muralha com tábuas de madeira na sede da CasaPound. Sobre as tábuas, a inscrição era clara: “Zona desnazificada”.
Em seu percurso, o cortejo também encontrou a sede da Confindustria de Gênova. Considerando a Confindustria um ator-chave das políticas econômicas que, em diversas dimensões, prejudicam as classes trabalhadoras. Favorecendo os interesses de industriais, patrões e pequenos patrões, a Confindustria é a responsável pelos baixos salários, pela desestruturação do Welfare, ameaçando a reprodução das condições de vida de muitos e muitas, e, por fim, apoiando e potencializando as decisões econômicas relativas ao rearmamento e à guerra. Diante dessas considerações, a sede foi alvo de sanção.
O cortejo encerrou-se numeroso na Piazza de Ferrari.
No Tav
infoaut.org
Tradução > Liberto
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agência de notícias anarquistas-ana
Na cama quentinha
A tosse logo volta.
Que gripe danada!
Iuir Alan de Souza – 09 anos
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!