Neste sábado, 12 de outubro de 2013, aproximadamente 800 pessoas se manifestaram e marcharam pelas ruas do centro de Atenas, em solidariedade com as okupas e os espaços auto-organizados que ultimamente estão recebendo repetidos ataques por parte do Poder. A manifestação foi chamada por vários espaços auto-organizados, okupações, centros sociais okupados, locais, teatros e tendas de mercearias auto-organizadas, assembleias abertas e populares, e iniciativas anarquistas e antiautoritárias de Atenas.
A participação não foi tão massiva como na última manifestação antifascista realizada em Atenas, em 5 de outubro de 2013. Devemos levar em consideração o fato de que quase ao mesmo tempo havia duas passeatas antifascistas em dois bairros na periferia de Atenas. No entanto, esta passeata teve uma combatividade maior do que a manifestação antifascista da semana passada.
Diversas palavras de ordem foram entoadas e milhares de panfletos distribuídos, tanto durante a concentração como durante a passeata. As faixas carregadas pelos manifestantes diziam: “Solidariedade é a nossa arma. Okupas, espaços auto-organizado, lutas sociais e de classe auto-organizadas”, “Okupações e luta contra o Estado e os patrões em cada bairro”, “Luta comum de nativos e imigrantes contra a exploração, a pobreza, o ódio e o racismo”, “Nos bairros okupados estão sendo construídas as lutas do futuro” e “Somos as primeiras gotas de uma tempestade que se aproxima”.
Mais fotos aqui:
http://www.social-revolution.gr/2013/10/12-2013.html
Notícia relacionada:
agência de notícias anarquistas-ana
Bolhas de sabão
perseguidas pela praça —
Crianças sapecas.
Fagner Roberto Sitta da Silva

A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!