Só existe um extremo
É aquele que:
– nos explora
– solta os mecanismos repressivos e a mídia contra todos os que se atrevem a levantar suas cabeças
– solta os cães de guarda fascistas para criar uma atmosfera de terror e medo
– gerencia e protege o Capital transnacional que investe em nossa eliminação
– impede, com unhas e dentes, qualquer resistência dos sindicatos
…e o que nos governa.
Os outros somos nós, e somos muitos/as
Somos:
– os desempregados que demandam de forma coletiva
– os trabalhadores em greve e os sindicatos combativos
– os movimentos sociais pelos bens públicos e a natureza
– as assembleias de bairro
– os espaços sociais livres e as okupações
e os nativos e os imigrantes que dia após dia acordam e se recusam a curvar sua cabeça.
Guerra de classe
União Sindicalista Libertária de Tessalônica
agência de notícias anarquistas-ana
O silêncio, sim,
interrompendo o canto
dos pássaros.
María Pilar Alberd

Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!