Em 4 de fevereiro, em São Petersburgo, aconteceu uma série de protestos unitários¹ contra o caso de uma “rede terrorista”, fabricada contra anarquistas e antifascistas das cidades de Penza e de São Petersburgo e contra as torturas do Serviço de Segurança Federal (FSB).
Participantes de protesto exibiram cartazes com os dizeres: “Fabricação, sadismo, banditismo. Liberdade aos antifascistas!“, “FSB – parem de torturar as pessoas“, “Liberdade a Igor Chichkin“, “Hoje não é 1937 mas as pessoas sob torturas são forçadas a assumir extremismo“, “Anarquismo não é extremismo. Extremismo é o sequestro de pessoas, as agressões físicas e as torturas nas prisões“.
#StopFSBtorture
[1] Unitários, pois as manifestações são proibidas na Rússia sem autorização prévia, portanto ativistas usam a tática de protestos solitários (quando somente uma pessoa fica com um cartaz ou faixa protestando, e depois reveza com outra pessoa; pela lei russa, o protesto solitário não é considerado manifestação).
Tradução > A vagalume
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Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!