
Anahí está presa desde 10 de janeiro na prisão de Ezeiza, quando foi transferida do hospital Fernández. Ela sofreu mais de três meses de negligência por parte do Serviço Penitenciário Federal, o juiz Ercolini e os Tribunais 1 e 2 de Lomas de Zamora, que a negaram atenção médica e os insumos básicos que necessita por seu estado de saúde. Só agora, depois de várias apresentações de habeas corpus, ações legais e de rua exigindo atendimento médico e melhoras nas condições do módulo onde se encontra, Anahí começou a estudar, receber tratamento cinesiológico e consultar um médico. Tudo isso com um ridículo ar de perigosidade, com turnos secretos e transferências com grupos especiais para terroristas.
O dano é irreversível, ela estava se recuperando de uma operação de reconstrução do lado direito do seu rosto, a amputação de várias falanges e a ruptura da clavícula esquerda. Convive com uma infecção no rosto causada pelas próteses e necessita de outra operação para removê-las. Em vez disso, encheram-na de antibióticos (durante 30 dias) que destruíram o estômago, colocaram aparelhos que machucaram a boca e negaram-lhe uma dieta suave. Sobrevive graças aos envios que vem de fora, graças à solidariedade.
Morte ao Estado! Abaixo os muros das prisões!
Fonte: https://boletinlaovejanegra.blogspot.com/2019/04/solidaridad-con-anahi-salcedo.html
Tradução > keka
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Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!