
|| Lançamento em 21 de agosto de 2019 | Faça sua pré-encomenda agora ||
“Não se nasce criminoso. É a sociedade que cria os criminosos.”
Ravachol, figura emblemática e esquecida da Anarquia, defendeu a propaganda pelo fato, ou seja, que somente as bombas podiam mudar uma sociedade injusta e desigual.
Sua redescoberta é indispensável a todos os que querem compreender o caminho percorrido da Anarquia aos anarco-libertários, passando pela Ação Direta até seus novos filhos: os Black Blocs.
Entre ficção e documentário, esse filme se pergunta sobre a utilização da violência na política e coloca a questão: as condições apresentadas hoje não seriam propícias ao nascimento de um novo Ravachol?
Com os comediantes: Pierre Merejkowsky, Dominique Coquard, Ghislain de Fonclare, Emile Cerf, Éric Feldman, Frédéric Tachou, Johan Leysen.
E as participações de Jean-Marc Rouillan (Ação Direta), Yves Peirat (grupo Franc-Tireur Partisan) e Ali Kaya (CGT Renault Flins)
O filme é acompanhado de 4 curta-metragens de Bernard Cerf e da reprodução da Declaração de Ravachol, proibida, desde seu processo em 21 de junho de 1892. O DVD é impresso em serigrafia.
Os curtas-metragens
Vers Osviecim (30mn – 2009), Le brâme du Cerf (5mn – 2002), Avril 99 (7mn – 1999) e Les Nazis ont été vaincus par les armes, non par la raison (40mn – 1997)
>> Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=LIwJwVK-E_s
agência de notícias anarquistas-ana
Sol no girassol.
Sombra desenha outra flor
no corpo dourado.
Anibal Beça
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!