
Os protestos populares contra o pacote econômico implementado pelo presidente do Equador, Lenín Moreno, forçaram a suspensão das aulas nas escolas do país, a paralisação da produção de petróleo em três campos e ainda a mudança da sede do governo de Quito para Guayaquil.
O quinto dia de manifestações nas ruas da capital do país registrou um saldo de quase 500 pessoas presas e rodovias fechadas. As imagens do centro histórico de Quito mostram edifícios incendiados, vidros quebrados e um cenário de guerra, com tanques blindados e reforço da segurança.
O aumento da intensidade dos protestos se deve em parte à chegada de manifestantes do interior do país, como camponeses e indígenas. Segundo o Conaie (Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador), as manifestações continuarão até a revogação da medida que eliminou os subsídios dos combustíveis, dobrando os preços.
Os manifestante ingressaram também a alguns campos de produção de petróleo chamados Sacha, Alca e Libertados, situados na provincia de Sucumbios e Orelliana. Juntos, eles produzem 65 mil barris do petróleo por dia. O governo solicitou reforço das Forças Armadas.
Fonte: agências de notícias
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O sol da manhã
e o canto do sabiá
entram pela casa.
Benedita Azevedo
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!