
Um espião, cujo objetivo inicial é de desarticular o pequeno grupo de anarquistas que encabeçarão a revolução, levando a uma sociedade igualitária. Mas conhecendo o grupo, ele foi levado a pôr em questão tudo o que lhe haviam ensinado e sobre ele mesmo. A continuação (mas cronologicamente anterior) de ‘Um ar de liberdade’.
L’ombre de la lune
Éditions Chants d’orties, 432 p., 16 €. 2019.
Um ar de liberdade, romance infanto-juvenil de Hellena Cavendi
Em 2368, todos são livres e iguais graças a uma revolução realizada três séculos antes em favor de uma sociedade libertária. Mas alguns, nostálgicos do capitalismo, planejam voltar no tempo com uma máquina e impedir a revolução popular. Phil, Lluvia, Amélie e Pierrot, quatro adolescentes ajudados por um amigo inventor, seguem os viajantes do tempo para reverter o assassinato de John Lesmoines, autor da canção “Liberty” que impulsiona a tomada de consciência. Depois de seu fracasso, a máquina do tempo leva os quatro aventureiros ao século XXI para encontrar Sean Desmoines, o único que poderia recuperar a canção de seu pai. Com muitos imprevistos eles se perdem no tempo e se chocam a um mundo capitalista nefasto. Ajudados por dois anarquistas convictos eles conseguem iniciar a revolução e recuperar o ar livre e igualitário do seu século XXIV.
Un air de liberté
Éditions Chants d’orties, 184 p., 15 €. 2012.
>> Hellena Cavendi passou sua infância viajando e viveu em países como México e Canadá. Ela sempre praticou artes plásticas e música e se lançou na escrita com 9 anos. Fora do mundo das artes, ela é fascinada pelas ciências e pela filosofia que são maneiras de compreender a profundidade do mundo. Seu primeiro romance “Um ar de liberdade” foi escrito aos 14 anos.
agência de notícias anarquistas-ana
Que alegria
Agarro cipó e pulo
Na tarde de verão.
Gabriel Ferreira Mota – 12 anos
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!