
Em 19 de março, foi decretado um toque de recolher em todo o país, proibindo o tráfego nas ruas das 22h às 05h, para combater a propagação da COVID-19 e assim proteger a saúde das pessoas. Após essa medida, as miseráveis tropas do Exército, Carabineros e PDI (Polícia de Investigações) estão encarregadas de implementar esse mecanismo de controle.
Entendemos que decretar um toque de recolher responde apenas às necessidades do Estado e tem como único objetivo o controle e o fortalecimento da ordem e da institucionalidade do poder. Nem os militares nem a polícia cuidam de nós, eles apenas exercem o papel opressivo para o qual estão preparados.
Atualmente, há uma expansão da vigilância, do registro, da dependência do Estado e o controle social. Eles nos mostram o lado amigável dessas medidas repressivas, no entanto, devemos estar atentos à constância dessas ferramentas e impedir que elas se tornem cotidianas.
Eles procuram nos trancar, isolar e, sobretudo, erradicar qualquer tipo de protesto nas ruas. É disso que se trata o toque de recolher, impondo a normalidade do que está doente, do medo e da passividade; não nos deixemos derrotar. Para pôr fim a esse mecanismo de controle e destruição de nossa autonomia, devemos continuar o conflito permanente contra aquilo que busca nossa submissão.
Hoje e sempre, contra os militares e a polícia
Contra suas guerras, contra a paz
GUERRA SOCIAL
Tradução > A. Padalecki
agência de notícias anarquistas-ana
Onde começa, onde acaba
a cabeça, a cauda
da serpente do mar?
Kyorai
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!