
Como OAF (Órgão Anarco Feminista Santiago) nos unimos no primeiro aniversário do fato histórico no qual a classe, cansada de sua condição de consumidora, de cidadã, de explorada, começou um processo de ocupação das ruas para plasmar bandeiras que durante décadas foram levantadas sem encontrar resposta das instituições e elites dominantes. Porque desde esses lugares só encontraremos defesa da propriedade privada, defesa da burguesia, e terrorismo de Estado. A classe começou um lento processo de despertar que não podemos abandonar, nem reduzir. Ficam muitos sonhos dos quais despertar e que nos impôs o capitalismo, mas, sem dúvida, não deixaremos de aplaudir os esforços de emancipação da classe, e de lamentar os custos da violência estatal. É por isto, e por muitos motivos mais, que nosso chamado sempre é à organização e à ação, e a não abandonar o processo coletivo de despertar da exploração para poder construir uma sociedade melhor. Sem um plebiscito que legitime a quem nos oprime, e com a guerra de classes viva não só para vingar aos que estão presos e desaparecidos, mas construindo a sociedade nova em cada espaço para destituir os poderes convencionais.
O 18 de Outubro não aconteceu em vão, seguimos na luta em todos os níveis por uma sociedade mais justa e igualitária.
Até que caia o último bastião da exploração de classe!
Até o comunismo libertário!
Órgão Anarco Feminista Santiago
Tradução > Sol de Abril
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Camila Jabur
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!