
Durante o ano de 2020, antes e durante a chamada pandemia COVID-19 , grandes incêndios foram registrados ao longo de todo o curso do rio Paraná. Dentro das ilhas, o fogo devastou a flora, a fauna e os ranchos dos ilhéus. Nas cidades costeiras, uma nuvem de fumaça e cinza com um cheiro intenso cobria tudo. Montanhas nativas destruídas, animais carbonizados, pessoas sem teto e, queixos, narizes e gargantas feridas.
Apesar do isolamento imposto, milhares de pessoas se viram em bloqueios de estradas, assembleias, comícios e mobilizações exigindo o fim das queimadas. Até agora, prevaleceu o pedido de mais legalidade e a falsa suposição de “ausência do Estado”.
De uma perspectiva anticapitalista e anti-estatal, propomos analisar o que vem acontecendo nas ilhas, a fim de promover uma reflexão mais profunda sobre a origem dos incêndios, bem como uma crítica ao legalismo e ao chamado “desenvolvimento sustentável”.
O modelo agroindustrial e a especulação imobiliária continuam a destruir a vida em busca do lucro, mas também a resistência e a luta continuam a surgir em todos os lugares. Consideramos necessário aguçar as críticas e ações contra o sistema capitalista. Este documentário é uma contribuição nessa direção.
Sem queimadas, sem dragagem, sem agroquímicos tóxicos!
Terra e liberdade!
Boletim informativo Ovelha Negra
Rosário, novembro de 2020
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Morte à propriedade em todas as suas formas.
Fonte: http://boletinlaovejanegra.blogspot.com/2020/11/documental-humo-reflexiones-mas-alla-de.html
Tradução > Liberto
agência de notícias anarquistas-ana
lua alta
céu claro
o som da folha caindo
Alexandre Brito
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!