
|| Uma Copa do Mundo baseada em trabalhadores mortos, direitos pisoteados e vontades compradas ||
A Copa do Mundo do Qatar 2022 é a competição esportiva da história com o maior número de trabalhadores mortos na construção de infraestruturas (aproximadamente 7.000 trabalhadores). Esta edição da Copa do Mundo de futebol é sediada por um país cujo regime submete totalmente as mulheres à tutela masculina, persegue e pune a homossexualidade com prisão, permite a tortura de prisioneiros e proíbe os direitos sindicais e a liberdade de expressão, consciência e reunião. Estes xeques compraram vontades políticas, esportivas e de mercado ao golpe de um talão de cheques para branquear sua teocracia carente de liberdades, onde os direitos humanos não são respeitados e onde um autocrata governa e é banqueteado pelos cínicos Estados ocidentais e sua mídia. Uma rede internacional de interesses cuja sombra chega até a nossas instituições e empresas.
Mais uma vez, seguindo o rastro dos negócios acordados nos caixas e escritórios do mundo moderno do futebol, Fonsi Loaiza nos mostra a podridão e a corrupção que tornaram possível a celebração do que será lembrado como um dos eventos esportivos mais infames da história.
Qatar – Sangre, dinero y fútbol
Fonsi Loaiza
págs. 114
14,94 €
www.akal.com
agência de notícias anarquistas-ana
Leve brisa
aranha na bananeira
costura uma folha.
Rodrigo de Almeida Siqueira
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!