
Em 26 de fevereiro de 1920, via a luz com seu primeiro número, com uma verdadeira, muito verdadeira equipe de sonhos dos primeiros editores: Errico Malatesta (fundador), Gigi Damiani, Luigi Fabbri, Camillo Berneri, Nella Giacomelli etc.
Primeiro um diário, agora um semanário, foi submetido à censura várias vezes: primeiro pelos fascistas, depois pelo Estado.
Mas ainda hoje, de maneira totalmente libertária, publica há mais de 100 anos escritos, pensamentos e análises do mundo anarquista e das lutas de nosso tempo com essa sensibilidade única.
Devo confessar uma coisa: se aprendi a ler corretamente, a fazer análise de texto, a criar um comunicado ou a falar em público, a escrever e a “curar”, ou melhor, “acalmar” minha disgrafia, devo isso à Umanità Nova.
Muito obrigado. Vida longa à nova humanidade!
www.militanzagrafica.it
Tradução > Liberto
agência de notícias anarquistas-ana
se andava no jardim
que cheiro de jasmim
tão branca do luar
Camilo Pessanha
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!