
Com cantos, danças, exibições artísticas e rituais ancestrais, mais de 1.000 pessoas saíram às ruas de Cali nesta terça-feira (22/10) para protestar contra os órgãos mundiais reunidos no âmbito da COP16 (Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade).
Povos indígenas, camponeses e quilombolas, bem como líderes sociais e ativistas, marcharam do Parque de las Banderas até o centro de Cali, onde está localizada a Zona Verde da cúpula.
Foi uma exibição cultural e colorida dos povos indígenas colombianos que se juntaram ao apelo por justiça climática ao som de tambores e instrumentos tradicionais do Pacífico.
Em meio a faixas pedindo o fim das indústrias extrativistas, como combustíveis fósseis e mineração na Amazônia, e apresentações circenses, as vozes dos manifestantes se uniram para exigir mais segurança para as comunidades camponesas e indígenas que protegem seus territórios do desmatamento.
Fonte: agências de notícias
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agência de notícias anarquistas-ana
Bolha de sabão
Flutua como pode
Até se estourar no chão.
Guilherme Mizuho Miura
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!