
Hoje nos atravessa a ausência.
Arrancaram de nós a vida de Yorch.
Dói nomeá-lo no passado.
Dói saber que seus passos e sua teimosia luminosa não voltam mais.
Dói porque não foi destino, mas um caminho cheio de violência, abandono
e injustiça por parte do Estado e da UNAM, que sentenciaram sua vida.
.
Fica em nós uma raiva que queima, raiva pelo que lhe arrebataram, pelo
que quiseram destruir nele e em quem resiste, por uma história que não
foi um acidente, mas reflexo de um sistema podre.
.
Mas também nos fica sua força, a que ele semeou em cada gesto e palavra,
a que hoje nos obriga a não baixar o olhar e a continuar a luta com mais força.
Que a terra te seja leve, querido Yorch.
.
Teu nome seguirá vivo em nossa memória coletiva,
na luta que continua embaixo e à esquerda, a partir da dor, do amor e da raiva.
Abraçamos quem te acompanhou com amor, cuidado e dignidade,
quem sustentou teu nome e tua luta quando tudo parecia desmoronar.
.
Até sempre, Yorch.
Aqui seguimos por ti. Pelos que faltam, pelos que virão.
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#yorchnomurióelestadolomató
#AbajoLosMurosDeLasPrisiones
Tradução > Liberto
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Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!