
Vossos postos fronteiriços, vossas grades erguidas,
são fantasmas de um medo que nós mesmos fundamos.
Vossas leis não são raízes, são cordas podres,
que estrangulam o caule novo que já brota no asfalto.
Vossos soldados marcham com passos de autômatos,
temendo mais a fuga do que nossa fúria.
O Estado é a sombra de um gigante decrépito,
e nós somos a luz que não mais se deixa projetar.
Cada documento de identidade é um epitáfio
para um ser selvagem que ainda lateja em nossas veias.
Queimar os arquivos não é terror, é higiene:
limpar o nome do horizonte para enfim habitá-lo.
Liberto Herrera.
agência de notícias anarquistas-ana
Ah! claro silêncio do campo,
marchetado de faiscantes
pigmentos de sons!
Yeda Prates Bernis
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.
Enquanto isso no Brasil...
Espaços como esse são fundamentais! Força compas. Vou contribuir!
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…