
Convocatória
Nas próximas semanas, uma comissão de juízes do tribunal de recursos irá analisar, pela segunda vez, a possibilidade de conceder liberdade condicional a Mónica Caballero Sepúlveda; esta decisão será aplicada automaticamente a qualquer presx) condenadx que cumpra os requisitos previstos na lei (especificamente a DL321).
Na primeira revisão da liberdade condicional (realizada em novembro de 2025), a companheira cumpria amplamente cada um dos requisitos objetivos exigidos, restando apenas argumentos subjetivos para manter a recusa na concessão do benefício da liberdade.
Esses argumentos subjetivos baseiam-se na postura política da companheira, que nunca escondeu a sua posição antiautoritária; este posicionamento, nas palavras de quem defende o sistema, é uma “atitude pró-criminal” que será sempre perigosa.
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agência de notícias anarquistas-ana
Esqueletos de árvores,
lampiões rodando no vento,
no chão, sombras, bêbadas.
Alexei Bueno
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!