
Olhar a prisão. Olhar para o juiz. E cuspir neles.
Por que é importante continuar apontando esses muros e essas fronteiras?
Tantas macroprisões e microprisões ao nosso redor. Tantos dispositivos de vigilância, de controle social e poder sobre as nossas vidas.
O fascismo respira na nossa nuca, sempre esteve aí, na nossa frente, infiltrado nos discursos mais progressistas das suas esquerdas rançosas e direitas cínicas. Não queremos palmadinhas nas costas de nenhum governo.
Propomos nos encontrar. Cantos contra a autoridade. Exercitar-nos, treinar-nos e nos preparar.
Por isso, queremos colocar no convite a música, a comida, a organização, o desacordo, a poesia e a ação.
Juntar-nos para conspirar e agitar.
Organização e tecidos de individualidades e redes de afinidade.
Que saibamos que quando algo acontecer, vamos estar aí, entre nós.
Reconhecermo-nos, cuidar das nossas costas.
Um encontro para conspirar em memória de Jorge Esquivel, sempre presente nas ações insurretas e combativas.
Um encontro para continuar falando dos companheirxs que agora mesmo enfrentam o sequestro do Estado, ou que têm processos penais em aberto. Não deixá-los no esquecimento.
Liberdade a presxs em luta!!
Liberdade total para os companheirxs em liberdade condicional!
Liberdade para Yahari Brito!
Yorch presente! A UNAM o encarcerou!
Por uma solidariedade ativa, antiautoritária e sem fronteiras.
Tradução > Liberto
agência de notícias anarquistas-ana
Porque não sabemos o nome
Tenho de exclamar apenas:
“Quantas flores amarelas!”
Paulo Franchetti
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!