
No dia 16 de agosto, em Xixón, estávamos onde era preciso estar: nas ruas, em frente ao El Bibio.
Da Confederação Anarcossindicalista – AIT das Astúrias, participamos da manifestação contra as touradas para deixar bem claro que a tortura não é arte, nem cultura, nem tradição que devamos aceitar.
Não faltam motivos para nos posicionarmos contra o maltrato animal. E também não faltam desculpas para fingir que não vemos.
Lembramos o que aconteceu em 2021 e 2022: a suspensão das festividades após a polêmica gerada, entre outras coisas, pelo uso de touros chamados “Feminista” e “Nigeriano”. Em 2023, a tourada voltou ao El Bibio, promovida pela extrema direita.
Ontem, voltamos a lotar as ruas para deixar claro que Xixón não quer normalizar a violência, nem transformar o sofrimento animal em espetáculo. A mobilização de 16 de agosto coincidiu com a Feira de Begoña e terminou em frente à praça de El Bibio.
Contra a tortura.
Contra o maltrato animal.
Contra toda autoridade, agora e sempre, com coerência.
A tortura não é cultura: é sofrimento!
CA AIT Gijón
agência de notícias anarquistas-ana
Folhas do ciclame
ao vento pra lá e pra cá –
um coração pulsa.
Anibal Beça
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!
Comunistas, Capitalistas e Anarquistas e a servidão voluntária. Mas... A hora mais escura é logo antes do amanhecer. (Provérbio árabe)
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.