Aos 76 anos se apagou a vida do astrofísico Stephen Hawking. O autor do livro “Uma Breve História do Tempo” realizou colaborações substanciais para compreender a dinâmica do universo tais como a Teoria do Big Bang ou dos buracos negros.
Superando seus impedimentos físicos, desenvolveu uma atividade de magnitude, pode-se considerá-lo uma das mentes mais brilhantes da história contemporânea.
No convulsionado e vertiginoso século XX, com mudanças tecnológicas, sócio-econômicas e sócio-políticas de magnitude, S. Hawking foi partícipe de polêmicas e debates transcendentes. Adversário de todo dogmatismo científico e religioso, se autodefinia como ateu.
Ademais, alertou que a continuidade dos atuais padrões de desenvolvimento sem respeito pelos ecossistemas e a biosfera em geral encaminhavam a espécie humana à auto-destruição e ao Planeta Terra à devastação irreversível.
Morreu um homem de uma lucidez implacável. Nos fica o legado de suas descobertas, seus ensinamentos e, sobretudo, sua obstinada atitude de enfrentar a adversidade.
Carlos A. Solero
Rosário, quarta-feira, 14 de março de 2018
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Na poça d’água
o gato lambe
a gota de lua.
Yeda Prates Bernis

Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!