
Não à repressão e ao Estado de emergência!
Frente à fortíssima mobilização popular, o governo chileno suspendeu o aumento da tarifa do metrô. Mas o movimento é muito maior que só este tema. Sua força criou uma dinâmica social e política que leva a expor problemas fundamentais, a exigir a satisfação de outras demandas, a avançar para alternativas ao sistema existente.
Os empregadores e a burguesia o entenderam bem; usam as armas que tem: o Estado, a polícia, o exército, a repressão, a privação de liberdade… Em um país que conhecia a ditadura do regime de Pinochet, o recurso ao exército e ao Estado de emergência tem um significado profundo. Santiago volta a estar nas mãos dos militares…
As organizações membros da Rede Sindical Internacional de Solidariedade e de Lutas denunciam a repressão governamental. Nos solidarizamos com os que lutam em todo o Chile. Saudamos as forças sindicais que tentam organizar a greve geral para reforçar o movimento atual.
Solidariedade!
Tradução > Sol de Abril
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Bith
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!