
Frente à violência machista que temos vivenciado em marchas dentro da contingência social de revolta, repudiamos todo ato patriarcal venha de onde vier… Não aceitamos sob nenhum conceito, que se use o protesto social para aproveitar de apalpar e violentar a companheiras que, tal como todes, estão a fazer uso das ruas para manifestar seu rechaço ao sistema de dominação imperante em que vivemos, dentro do qual, ações machistas estão enraizadas e de desde os inícios daquilo que chamamos de civilização.
Contra a violência machista em todas as suas formas!
Anarcofeminismo organizado!
Ni Amas Ni Esclavas
agência de notícias anarquistas-ana
na primavera
com os galhos entrelaçados—
árvores gêmeas
Geralda Caetano Gonçalves
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!