
Porque não aspiramos governar nem sermos governadas, não nos verão jamais celebrando o estar acima de ninguém. Não nos verão disputando um microfone sobre algum palanque, incentivando a repressão sobre pessoa alguma, nem muito menos fazendo esforço por um cargo nas instituições do poder político. Não nos verão na distribuição de quotas para o banquete dos que nos oprimem, mas junto às multidões onde se desenha o horizonte libertário.
Pela multiplicação do feminismo anarquista, a organização horizontal, a autogestão, o apoio mútuo e a ação direta. Pela recuperação e defesa dos territórios e de tudo aquilo que nos foi arrebatado pelo Estado. Pela liberdade de quem foi encarcerade e preparando-nos para uma autêntica Greve Geral, onde vamos todes até abolir este sistema patriarcal e capitalista.
Convocamos as e os afins ao Anarcofeminismo a marchar em bloco no próximo domingo 8 de março, dia internacional de luta da mulher trabalhadora, às 12h00 desde Mauricio Fredes (ex Irene Morales) com Merced.
Queremos tudo
Não negociaremos nada
Nem Amas Nem Escravas
Anarcofeministas Sempre
>> Espaço separado de homens cis gênero
FB: https://www.facebook.com/events/194229465129397/
Tradução > Sol de Abril
agência de notícias anarquistas-ana
Ah! claro silêncio do campo,
marchetado de faiscantes
pigmentos de sons!
Yeda Prates Bernis
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!