
Os seguintes cartazes apareceram nos muros de Turim. Abaixo está a reprodução completa do texto.
As casas são lugares seguros? Não. Porque o governo nem sequer verifica as pessoas com febre e tem de ficar em casa até piorar. Um termômetro laser digital custa 100 euros. O preço de uma vida
Todos os dias 70 milhões de euros vão para gastos militares. Quantos respiradouros, tampões, máscaras se poderia comprar com 70 milhões de euros? Um novo hospital custa 11 milhões de euros.
Todos os governos reduziram os cuidados de saúde e aumentaram as despesas militares. Eles tiraram-nos a saúde para fazer a guerra. Ainda hoje estão a fazer guerra contra nós. Eles nem sequer dão proteção as pessoas que trabalham em hospitais.
O vírus trazido pelos guardas chegou às prisões. O governo matou 14 pessoas durante a revolta dos prisioneiros.
Eles tratam aqueles que vão correr no parque como criminosos, mas deixam as fábricas abertas. Os trabalhadores que fazem greve para não morrer são denunciados.
Os criminosos estão no governo.
O Estado é o vírus que nos rouba a vida hoje como sempre.
Federação Anarquista de Turim
Tradução > Liberto
agência de notícias anarquistas-ana
Na noite em silêncio
o relógio presente
marca o passado
Eugénia Tabosa
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!