
Recusa à autoridade discute as práticas de formação da pedagogia libertária construindo a recusa à segregação e a busca por autonomia.
Mauricio Remígio, em “Recusa à autoridade: visualidade e contravisualidade na formação anarcopunk”, discute as vivências anarcopunks como práticas de formação no âmbito da pedagogia libertária, conduzidas por princípios de negação da autoridade, não hierarquização e coletividade: sem líderes e sem mestres. Trata-se de uma formação que contesta modos de ver dominantes por meio de práticas sociais. A vivência anarcopunk se configura através de processos sociais, nos quais o conhecimento construído informa e articula a visão com uma conotação política, construindo contravisualidades na recusa à segregação e na busca por autonomia.
Recusa à autoridade: visualidade e contravisualidade na formação anarcopunk
Maurício Remígio
Monstro dos Mares
32 páginas
R$6,60
monstrodosmares.com.br
agência de notícias anarquistas-ana
Não pude imaginar
Esse tigre invisível
Que vês em meu nariz
Jeanne Painchaud
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!