
O autor deste ensaio, baseando-se principalmente da obra do alemão Hermann Amborn, nos oferece uma leitura antropológica do anarquismo. Mais precisamente, por um lado, uma série de reflexões sobre a questão do Estado e das sociedades hierárquicas e autoritárias e, por outro, não sobre uma hipotética sociedade igualitária, mas sobre um certo número de regiões do mundo onde, ontem e hoje, homens e mulheres viveram e vivem relações sociais baseadas na igualdade e na participação de todos nos negócios da cidade.
Certamente que essas reflexões e essas práticas não correspondem a um modelo aplicável diretamente em nosso cotidiano, mas nos permitem pensar, imaginar que é possível uma antropologia anarquista, construída em uma interação permanente com os povos que continuam a manter ou a criar autogestões.
>> Thom Holterman, nascido em 1942, foi um objetor de consciência e um dos fundadores do grupo Provos em Rotterdam, então editor, desde 1971 – data de sua criação – da revista anarquista De AS. Ele possui o título de Doutor em Direito (1986) e publicou vários livros e panfletos em holandês, principalmente sobre anarquismo e direito.
Anthropologie et anarchie dans les sociétés polycéphales
Thom Holterman
Págs: 144
Preço: 9,00 EUR
ISBN: 978-2-35104-162-8
atelierdecreationlibertaire.com
agência de notícias anarquistas-ana
Cerejeira silvestre –
Sobre o regato se move
Uma roda d’água.
Kawai Chigetsu
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!
Comunistas, Capitalistas e Anarquistas e a servidão voluntária. Mas... A hora mais escura é logo antes do amanhecer. (Provérbio árabe)
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.