
Nem toda a classe trabalhadora sobe nas vigas.
Nem toda a classe trabalhadora tem um chefe.
Nem todas as pessoas da classe trabalhadora constroem arranha-céus.
Há pessoas que fazem da construção de sonhos seu ofício.
Que têm de enfrentar burocracias, doenças relacionadas ao trabalho, precariedade e as máfias do grande capital como todo mundo.
Que têm de enfrentar o patriarcado, o racismo, a LGBTIfobia, o classismo e os preconceitos sociais.
Por trás de cada desenho, pintura ou imagem, há pessoas trabalhadoras, cujo trabalho árduo e experiências as levaram a se tornar profissionais. Lembrar-se disso nos dignifica.
Tintarojinegra
agência de notícias anarquistas-ana
o vento afaga
o cabelo das velas
que apaga
Carlos Seabra
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!