[Grécia] Contra o chamado pan-europeu dos fascistas | Todos nas ruas em 1º de novembro

As lutas antifascistas não são para as pessoas que apenas sentem tristeza e luto pelas vítimas e pelas ações dos fascistas como Pavlos e Luqman, são também para aqueles que estão transbordando de ódio e querem esmagar estas formações neonazistas e acreditam que o seu lugar é nas macas e dois metros abaixo do solo. É por isso que a lógica da vitimização em resposta às ações dos fascistas não promove o nosso foco no objetivo que é o desaparecimento dessa escória paraestatal e a propaganda sobre o que eles causaram historicamente. Por isso sorrimos quando a violência retorna ao seu campo, especialmente nesses termos. Não estamos preocupados com a legitimação social das ações das organizações revolucionárias, o único caminho certo é o militante e o antifascismo combativo.

FASCISTAS, VENHAM COM A POLÍCIA – VENHAM COM FACAS, QUEBRAREMOS SUAS PERNAS E MÃOS

NEM COM LEIS, O FASCISMO SÓ CAI NAS RUAS

CONTRA O CHAMADO PAN-EUROPEU DOS FASCISTAS – TODOS NAS RUAS EM 1º DE NOVEMBRO

Anarquistas

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vento nenhum
parou para ouvir
o silêncio da noite

Alexandre Brito

[Grécia] Ao defender os squats, defendemos o movimento contra o mundo podre da autoridade

Das cinzas de Evros, da Grécia central e de Rodes para a lama do vale:

No verão passado, passamos por incêndios e inundações destrutivas – resultado das escolhas políticas do governo da Nova Democracia – com milhares de acres de terra e lutas de toda uma vida se perdendo na lama e nas cinzas. As escolhas políticas levaram à morte de dezenas de refugiados e cidadãos locais, e milhares de animais foram encontrados mortos, queimados ou afogados à espera do 112 do despejo de suas almas: os espaços sociais livres e os squats, a única barricada contra a insuficiência dos mecanismos do Estado.

O movimento antagônico geral e os espaços auto-organizados constroem defesas contra a destruição, a inexistência e a negligência do Estado. Redes de solidariedade são estabelecidas e mergulham nos incêndios e inundações. Os squats e os espaços autogestionados se coordenam, montando locais para cozinhar e organizando o atendimento das necessidades dos aflitos.

Resistência contra a barbárie. O mecanismo do Estado culpa os aflitos, enquanto agride as ocupações para desorientar. Revolta agora e sempre. Enquanto nos afogamos na lama e combatemos os incêndios, o Estado não perde nenhuma oportunidade de atacar as estruturas auto-organizadas. A auto-organização é a sociedade que desejamos, a eliminação da opressão e da exploração dos seres humanos sobre outros seres humanos, animais e o meio ambiente. Nossas vidas estão constantemente em perigo de serem perdidas nos incêndios e inundações, nos trens e navios, nas fronteiras e pelos assassinos uniformizados e pelas pessoas inúteis financiadas pelo governo em nossos vilarejos e cidades. Defendemos o movimento contra o mundo podre da autoridade defendendo os squats.

Solidariedade com todos aqueles que estão lutando dentro ou fora dos muros contra o sistema que dá origem e gera pobreza, fascismo, guerra e morte. Tire suas mãos dos squats. Vejo vocês nas ruas.

Centro Autônomo de Kavala e Squat Vyronos 3

Tradução > Contrafatual

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na verde colina
bem mais que o fruto me apraz
a flor pequenina

Antônio Gonçalves Hudson

[Portugal] O novo Jornal MAPA está nas ruas

Edição 39 (Out-Nov-Dez)

Os tempos são críticos para o Ocidente «fortaleza», com a sua falsa paz ameaçada pela guerra global e pelo aumento de fluxos migratórios. O Mediterrâneo não é um cemitério, é um local de crime, e a gestão militarizada das fronteiras é potenciada pela monitorização e vigilância a todos os níveis, com particular uso das apps digitais. Além dessa matéria de destaque da Edição 39 (Out-Dez), acompanhamos os protestos pela habitação e convidamos a descobrir o projeto de habitação comunitária Akra em Montemor-o-Novo; e olhamos ao esvaziamento da cidade do Porto, num arco que vai do despejo do STOP aos despejos de anteriores espaços comunitários.

Nestes 50 anos de Abril, evocamos a Reforma Agrária no concelho de Vimieiro, naquela que é a primeira parte de uma necessária memória para a construção política da Agroecologia. Questão da terra que prossegue, neste número, com a memória da escravatura negra nos arrozais do Sado, ou das lutas dos baldios em Sever do Vouga. Estas ultimas que, de volta à atualidade, nos levam às monoculturas da floresta industrial e a questionar a perseguição policial lançada em nome da prevenção dos incêndios sobre os poucos habitantes que restam nesses territórios. Assunto que se liga ao extrativismo que ameaça o Barroso e outras serras onde ecoa o grito «Não às Minas». Preenchem as demais páginas notícias de resistência, vozes de presos/as, sugestões de filmes e livros, entre outras peças, em mais uma edição deste projeto de Informação Crítica inteiramente feito por um coletivo de voluntários. O mesmo que apela à assinatura de um jornal que convida à leitura pausada, mas inquieta, de 40 páginas em papel, postas a circular de 3 em 3 meses, e à espera de seguir para a tua morada.

www.jornalmapa.pt

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árvore seca
a lua é a mosca
em sua teia

Aclyse de Mattos

[Grécia] Contra o apelo pan-europeu dos fascistas – 1º de novembro: todos nas ruas de N. Heraklion

CONTRA O CHAMADO FASCISTA PAN-EUROPEU – LUTA CONTRA O ESTADO, OS CHEFES E OS FASCISTAS

1º dia de aula de novembro – antifascista

10 anos após o ataque armado em N. Heraklion contra os neonazistas do Aurora Dourada como uma resposta justa aos assassinatos de moradores e imigrantes por tropas de choque nazistas e fascistas, defendemos política, material e moralmente a nossa posição e o antifascismo militante que conseguiu enfraquecer os fascistas, dificultando significativamente a propagação da sua ideologia e ação.

O mundo das lutas nas ruas

Para esmagar as milícias de extrema direita e as tropas de choque nazistas organizadas contra o proletariado mundial. Face aos pogroms fascistas em Alexandroupolis e Limassol, vamos fortalecer as lutas comuns dos habitantes locais e dos imigrantes, lutando por um mundo de auto-organização social e solidariedade de classe onde tudo pertencerá a todos e nada a ninguém.

Fascistas de volta aos seus buracos

10 anos depois não esquecemos, não perdoamos. Continuamos a lutar contra os descendentes dos golpes e das forças de segurança, os chamados asseclas antissistêmicos do capital, os amiguinhos da polícia, os perpetradores físicos e morais dos ataques sangrentos contra as estruturas do movimento combativo, os proletários, os ativistas, imigrantes, pessoas não heteronormativas ou trans.

Raiva pela antifascista de 16 anos

Não deixaremos outro incidente de brutalidade policial sem resposta. Onde no sábado 28/10, durante um concerto em N. Heraklion contra a festa neonazista de 1º de novembro, as forças policiais da OPKE atacaram repentinamente um grupo de antifascistas que realizavam uma patrulha antifascista nas ruas do bairro. O seu ataque assassino resultou no ferimento grave de uma mulher antifascista de 16 anos, que está hospitalizada com lesões cerebrais.

MANIFESTAÇÃO 01/11 18h00 – ESTAÇÃO ISAP HERAKLION

Assembleia aberta de antifascistas para 1º de novembro

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Sopra o vento
Segura-te borboleta!
Na pétala da flor.

Rodrigo de Almeida Siqueira

[Chile] Marcha do Dia Mundial do Veganismo | Santiago 2023

Marcha do Dia Mundial do Veganismo, quarta-feira, 01 de novembro. 16h00, Plaza Los Héroes (até a Plaza Dignidad).

Mais um primeiro de novembro está chegando, data em que se comemora o dia mundial do veganismo e que, contraditoriamente, não temos nada a comemorar enquanto a exploração animal continuar existindo. O mínimo que podemos fazer é manifestar nosso legítimo descontentamento contra toda a opressão sofrida por nossos irmãos e irmãs, que continuam sendo objetos de consumo dessa sociedade carcerária e capitalista.

Conclamamos toda a afinidade antiespecista a nos reunir novamente para marchar pela libertação animal. Traga sua faixa, cartaz, bandeira, folhetos ou qualquer material de propaganda.

Nos encontraremos na quarta-feira, 01 de novembro, a partir das 16h00, na Plaza Los Héroes e depois marcharemos pela Alameda até a Plaza Dignidad.

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Um gato sem dono
Dormindo sobre o telhado —
Chuva de primavera.

Taigi

[Grécia] 1º de novembro: Dia Antifascista – Todos nas ruas de N. Heraklion

1º DE NOVEMBRO: DIA ANTIFASCISTA

Dez anos após o ataque armado contra os escritórios do setor norte do Aurora Dourada em Neo Heraklion, que resultou na morte dos neonazistas Fundoulis e Kapelonis, grupos paraestatais fascistas estão tentando ressurgir nas ruas com um ato pan-europeu. É claro, afinal, recentemente os grupos fascistas têm estado a reorganizar-se em vários níveis, intensificando a sua ação contra militantes, refugiados e trabalhadores migrantes.

NAS RUAS ESMAGAMOS O FASCISMO, OS ENIGMAS NAS ÁREAS SUBPROVINCIAIS E SEUS CHEFES

Dez anos depois, não esquecemos e não perdoamos o assassinato de Pavlos Fyssas, ocorrido em 18 de setembro de 2013, em Keratsini. Não esquecemos os assassinatos de S. Lukman, Zak Kostopoulos, P. Ziffle e as centenas de ataques assassinos contra refugiados e imigrantes. Nem as dezenas de ataques a ocupas, a espaços autogovernados e a ativistas anarquistas, esquerdistas e antifascistas.

TODOS NAS RUAS DE N. HERAKLION

Cavalo Indomável (Patras), Peloto (Xanthi), Contra-ataque de Classe (Atenas), Assembleia da Ocupação do Antigo Cemitério (Alexandroupoli)

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Janela fechada:
borboleta na vidraça
dá cor ao meu dia.

Anibal Beça

O Povo quilombola retoma o seu território em Nova Vista

Nos dias 14 e 15 de outubro de 2023, a comunidade de remanescentes quilombolas de Nova Vista, município de Mateus, Espírito Santo, se reuniu para fazer um ato afirmativo, pela luta e resistência de seu território ancestral, território este do histórico e lendário aquilombado do Sapê do Norte, onde Mestre Teodorinho Trinca Ferro resistiu desde a chegada das empresas plantadoras de eucaliptos. A história desse importante líder inspirou muitos aquilombados, na época da escravidão,  a se refugiar e permanecer fixados neste território

Para essa atividade de mutirão de dois dias, a convite da COMISSÃO QUILOMBOLA SAPÊ DO NORTE, se convidou a via campesina e os movimentos urbanos organizados, para somar a esse momento. Se fez presente a comissão quilombola de articuladores (as), da comunidade de Nova Vista, Córrego do Chiado, Dilô Barbosa, Coxí, Nossa Senhora da Penha, Córrego Santaninha, Angelim 1, São Domingos, Angelim 2, Angelim Disa, Córrego da Angélica, Morro da Onça e as demais representações de outras comunidades quilombolas, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Federação Anarquista Capixaba (FACA), Coordenação Estadual Quilombola – Zacimba Gaba, Coordenação de Articulação Nacional das Comunidades Negra Rurais Quilombolas (CONAC), retomando uma parte significativa do seu território, usurpado pela indústria de celulose atual Suzano ddesde a década de 1970, e com apoio do governo militar brasileiro da época.

A comunidade quilombola de Nova Vista hoje vive uma grave falta de recursos hídricos e contaminação do solo pelo uso excessivo de agrotóxicos, causando inúmeras doenças, onde as mulheres quilombolas sofrem ataques por parte da empresa Suzano, com violações de direitos humanos, tais como ameaças, destruição de plantações e destruição de suas casas e moradias. A retomada aconteceu sobre sol e muito forte chuva onde foi plantado feijão, mudas de bananeira, cana, coco…

O povo quilombola de Nova Vista continuará com várias famílias trabalhando a agricultura e recuperando as áreas degradas, destruídas pela poluidora Aracruz Celulose, pertencente ao grupo Fibria S.A, e desde 2018 nas mãos dos capitalistas da Suzano Papel e Celulose S.A. Essa mesma empresa que comete vários crimes de destruição da fauna, flora e dos mananciais hídricos, rios e córregos que hoje são contaminados pelo veneno e pelos plantios de eucaliptos. Ela já vem respondendo diversos processos judiciais e denúncias pelo Ministério Publico Federal, Direitos Humanos e Defensoria Pública, diante das violações e crimes cometidos desde os tempos da ditadura militar.

No âmbito internacional, denunciamos a multinacional poluidora Suzano Papel e Celulose S.A, denúncia esta que vem sendo amplificada através de redes de movimentos que lutam por justiça ambiental.

O povo quilombola do município de São Mateus e em Nova Vista vem defendendo o seu território, desde as lutas de Teodorinho Trica Ferro, há mais de 100 anos, para garantir que as novas gerações tenham direito a vida no seu quilombo com áreas livres de capitalistas poluidores.

Lutas pelo território é lutar pela vida!

Federação Anarquista Capixaba – FACA

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a luz do poente
escala a alta montanha;
no cume será a noite.

Alaor Chaves

[Itália] A tortura continua. Alfredo Cospito permanece no 41bis

O Tribunal de Vigilância, apesar do parecer favorável da Direção Nacional Antimáfia e Antiterrorismo, rejeita o pedido de revogação. Alfredo Cospito permanece no 41bis

por Frank Cimini, do Observatório da Repressão

Nem mesmo o parecer positivo da Direção Nacional Antimáfia e Antiterrorismo foi necessário para livrar o anarquista Alfredo Cospito da aplicação da prisão severa prevista no Artigo 41bis dos regulamentos penitenciários. O Tribunal de Supervisão de Roma, o único em todo o país competente para decidir sobre o assunto, rejeitou a queixa apresentada pelo advogado Flavio Rossi Albertini.

De acordo com os juízes, “Cospito é extremamente perigoso” e ainda mais por causa de sua greve de fome que durou seis meses e foi descrita como “sensacional”. O aumento de ataques e ações violentas (manifestações de solidariedade também estão incluídas nessa categoria) é considerado como coincidente não com a aplicação do 41bis, mas com o início do jejum.

A iniciativa da greve de fome teria “inflamado os espíritos das formações anarquistas” e teria dado maior carisma a Alfredo Cospito dentro da associação, que é considerada ainda operacional.

De acordo com os juízes, a opinião da Direção Nacional Antiterrorismo seria contraditória e inconsistente, pois das atividades desse órgão, de fato, surgiriam múltiplos elementos contrários que atestariam a periculosidade do anarquista, uma figura de destaque no movimento.

O advogado de defesa de Cospito, Flavio Rossi Albertini, afirma em uma nota que: “A DNAA “é contraditória” por ter solicitado a revogação do 41bis para Cospito, é o que lemos na motivação que rejeita a queixa de Cospito. O Procurador Nacional, os 20 vice-procuradores nacionais, sua seção especializada em antiterrorismo e os órgãos centrais da polícia se mostrariam superficiais no julgamento expresso de que as condições que legitimam o regime especial do 41bis não são mais atuais. O Tribunal de Supervisão de Roma critica a opinião expressa em 19 de outubro pela DNAA e, substituindo-se aos órgãos de investigação a ele delegados, confirma o regime 41bis para Alfredo Cospito. A cada um, suas próprias avaliações”.

A DNAA ‘é contraditória’ por ter solicitado a revogação do 41bis para Cospito, é o que se afirma na motivação que rejeita a queixa de Cospito.

Não surgiram elementos concretos para justificar uma mitigação do regime de prisão, é a posição do Tribunal que vê o risco de conexões “com associados externos”. Os juízes então reiteram que não houve qualquer sinal de dissociação e arrependimento por parte de Cospito. Pelo contrário, ao intervir nas audiências, o anarquista continuou a defender o método de luta armada e ações violentas.

Em suma, os juízes não desistem e o fazem com uma prosa que está no meio do caminho entre o século XIX e a década de 1970, quando houve mortes nas ruas e começou a interminável emergência italiana. Há cerca de 750 detentos no 41bis, muito mais do que na época dos massacres da máfia. Há quatro “políticos”. Com Cospito, três ex-membros da organização Brigadas Vermelhas, que não existe há mais de 20 anos.

Fonte: https://infoaut.org/divise-e-potere/la-tortura-continua-alfredo-cospito-resta-al-41bis

Tradução > Liberto

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portas batendo
fugindo da chuva
o vento

Alonso Alvarez

[México] Solidariedade com Yorch!

Jorge “Yorch” Esquivel é um querido companheiro da comunidade punk e anarquista do México DF, além de cozinheiro, artesão e um membro veterano da okupa Che Guevara. Foi detido em 9 de dezembro passado por vários policiais à paisana quando saía do campus da Cidade Universitária da UNAM do México DF, dentro de uma campanha orquestrada pelas autoridades universitárias e políticas para criminalizar a okupa Che Guevara (situada perto do campus).

Em 24 de fevereiro de 2016 a polícia à paisana já o deteve arbitrariamente e colocaram uma mochila com drogas com a intenção de incriminá-lo. Todo o caso esteve repleto de irregularidades. Foi torturado e transladado a Oaxaca e depois ao cárcere de máxima segurança de Hermosillo. As autoridades usaram esta estratégia supondo que a distância dificultará sua defesa legal, mas apesar de tudo, graças à solidariedade e o trabalho legal seu delito foi reclassificado de tráfico de drogas a mera posse de narcóticos (4 testemunhos declaram que Jorge não levava mochila e as bolsas com droga não tinham suas impressões, as declarações policiais se contradizem…), assim que em março de 2016 foi liberado após pagar uma fiança.

Jorge decidiu não continuar com o processo legal pelo tema da droga e as torturas, mas a perseguição contínua com ameaças e inclusive reportagens jornalísticas acusando-o de pertencer ao crime organizado ou dando-o por morto.

Em 8 de dezembro de 2022 foi detido de novo no mesmo lugar, a uns passos da okupa, nas proximidades da Cidade Universitária. A desculpa: que o escritório do Promotor Geral havia recorrido a qualificação do delito de 2016. A saúde do companheiro é frágil devido a várias enfermidades e uma longa hospitalização que sofreu nos últimos anos.

Jorge permanece preso no cárcere Reclusorio Oriente do México DF onde o reinado das máfias e a corrupção generalizada faz a vida dura e custosa (há que pagar por tudo).

Nos primeiros meses de 2023 se iniciou o processo legal, mas chegados à fase de apresentação de provas e testemunhos a incompetência e irregularidades cometidas pelo escritório do Promotor Geral provocaram vários adiamentos e atrasos, uma estratégia comum no México para alongar o encarceramento dos presos políticos.

Após múltiplos adiamentos a última audiência do processo de instrução devia celebrar-se em agosto de 2023. Com o fim de sair da prisão quanto antes nessa audiência Yorch renunciou a seguir com a denúncia por torturas, mas ainda assim, em vez de encerrar o processo de instrução o juiz voltou a programar uma audiência mais em 23 de outubro de 2023.

Solidariedade ativa com Yorch!

Borrokan

Tradução > Sol de Abril

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vela branca
o vento leva
leve a lembrança

Alexandre Brito

[França] Solidariedade com as ocupações anarquistas na Grécia, de Heraklion à Atenas

Comunicado da Secretaria de Relações Internacionais da Federação Anarquista

Em 25 de agosto, dois espaços anarquistas ocupados em Atenas foram despejados pela polícia: Ano-Káto-Patíssia e Zizania, na Praça Viktoria. Esses espaços estavam efetivando uma organização não hierárquica e antipatriarcal da vida do bairro e apoiando ativamente os migrantes. Outros espaços autogestionados estavam na mira do governo. Em 1º de setembro, um comunicado da Secretaria de Relações Internacionais da Federação Anarquista Francófona emitiu o seguinte aviso: “Outras ocupas anarquistas estão sob ameaça no país“.

Um mês depois, foi em Heraklion, na ilha de Creta, que esse novo despejo ocorreu, tendo como alvo uma das maiores ocupações anarquistas da Grécia: a ocupação Evangelismo. A operação policial começou na madrugada de sábado, 30 de setembro, com uma combinação de forças motorizadas da DRASI e DIAS, MAT, OPKE e a unidade antiterrorista TEKAM, e resultou em prisões de espantosa violência contra nossos companheiros e companheiras.

O prédio ocupado desde 2002, oficialmente propriedade da Faculdade de Medicina da Universidade de Creta, estava abandonado desde 1985 e em ruínas. Durante 21 anos, ele foi um ponto de encontro e um local para ações de solidariedade para grupos anarquistas e antiautoritários, bem como para coletivos de contrainformação. Até 30 de setembro deste ano, a ocupa, restaurada pela assembleia de ocupação autogerida de 2017 a 2023, ofereceu acomodação, preparou refeições gratuitas e organizou vários eventos na quarta maior cidade da Grécia.

A., um jovem estudante anarquista de pós-graduação, foi arrastado pelos cabelos e depois espancado por forças policiais especiais no telhado do prédio, e caiu doze metros, algemado. Outro companheiro, Yannis Stefanis, que estava algemado de bruços quando A. caiu, foi chutado na cabeça por um policial da unidade especial, que gritou para ele: “Cale a boca ou você também acabará no necrotério”. Nosso companheiro A. sobreviveu à queda, mas está hospitalizado há três semanas, ainda gravemente ferido, com fraturas nas pernas e na coluna, em um hospital de Atenas. Onze moradores da ocupa foram presos e estão aguardando a notificação de acusação, inclusive nosso companheiro anarquista Yannis Stefanis, membro da Associação de Pesquisadores de Heraklion. Ele recebeu outras ameaças de morte de policiais na rua nos dias que se seguiram.

A Federação Anarquista expressa sua solidariedade com os centros sociais anarquistas que estão trabalhando sem trégua pela revolução social e libertária, que é bem compreendida por seu inimigo de três faces: o Estado, o capitalismo e o autoritarismo.

Apoiamos os protestos que continuam em Heraklion com o objetivo de retomar a ocupação, como foi o caso em 2019 em Chania, no oeste de Creta, quando a mobilização maciça do movimento social possibilitou a reabertura da ocupação Rosa Nera, enquanto os policiais de plantão fugiam. Apoiamos as outras ocupações anarquistas na Grécia, começando por aquelas que ainda estão resistindo em Exarchia: a ocupação de refugiados e migrantes Notara 26 (que acaba de comemorar seu oitavo aniversário, apesar das ameaças e dos ataques), a estrutura de saúde autogerida do bairro (ADYE), a K*Vox, administrada pelo grupo anarquista Rouvikonas há dez anos, sem esquecer duas das ocupações anarquistas mais antigas de Atenas: a Antipnoia, em Petralona, desde 2007, e a Lelas Karagianni 37, em Kipseli, que resiste desde 1988! E muitas outras!

No momento em que o governo grego está mostrando sua determinação em acabar com as ocupações anarquistas (e quando, ao mesmo tempo, organizações fascistas de toda a Europa estão se preparando para se reunir em Atenas no dia 1º de novembro), é importante mostrar a eles nosso apoio irredutível.

A solidariedade internacional é a nossa arma.

21 de outubro de 2023, Federação Anarquista

federation-anarchiste.org

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O pássaro responde
Ao ruído da janela —
Tem chovido tanto…

Paulo Franchetti

[Grécia] Quarta-feira, 1º de novembro de 2023: O coração do antifascismo bate em Atenas!

A todos os antifascistas da Europa

Todas as organizações neofascistas da Grécia emitiram uma convocação para uma manifestação neonazista pan-europeia em Atenas, especificamente na área de Neo Heraklion, marcada para quarta-feira, 1º de novembro, às 18h, horário da Grécia.

A mais proeminente entre essas organizações é o Aurora Dourada, que foi condenada em outubro de 2020 como uma organização criminosa nazista, resultando em extensas sentenças de prisão para seus principais membros. Na área de Neo Heraklion, há um monumento em memória de dois jovens membros do Aurora Dourada que foram fatalmente baleados há uma década em um caso criminal ainda não resolvido.

Essa convocação dos neonazistas foi tornada pública em 13 de agosto, mas até o momento o governo e a polícia gregos permaneceram como observadores passivos.

Surgem várias perguntas urgentes:

– Quem concedeu permissão a uma organização neonazista condenada para realizar uma manifestação desse tipo?

– Qual é o raciocínio por trás da abertura das fronteiras para bandidos neonazistas capazes de cometer atos criminosos?

Mais recentemente, em 7 de agosto de 2023, um grupo de torcedores neonazistas afiliados ao Dínamo de Zagreb chegou a Atenas. Isso ocorreu apenas um dia antes do jogo de seu clube de futebol contra o AEK Atenas nas eliminatórias da Liga dos Campeões. Eles lançaram um ataque contra os torcedores do AEK e assassinaram Michalis Katsouris com uma faca.

Não é difícil imaginar as possíveis consequências se centenas de neonazistas de países vizinhos e de outros países tiverem permissão para se reunir e circular livremente em Neo Heraklion e Atenas em 1º de novembro. Além da ameaça imediata às vidas humanas, isso os encorajará a organizar manifestações semelhantes em outros países.

Isso marca a primeira tentativa pan-europeia de uma reunião pública de neonazistas em um país europeu em vários anos. Acreditamos firmemente que a unidade e a ação em massa são nossas melhores armas contra essas ameaças fascistas.

NO PASARAN!

A Coordenação Antifascista de Atenas e Pireu tem uma década de história como uma frente unida diversificada e inclusiva, composta por vários coletivos políticos e sociais, além de ativistas não afiliados. A Coordenação tomou a iniciativa de organizar uma manifestação antifascista em 1º de novembro, às 16 horas, horário da Grécia. A manifestação será realizada no mesmo local em que os neonazistas programaram seu comício, com a clara intenção de impedir qualquer tentativa neonazista de aparecer no espaço público.

Convidamos todos os grupos antifascistas de diferentes regiões da Grécia e de países europeus a unir forças nessa batalha crucial contra o encontro neonazista pan-europeu.

Nosso grito de guerra continua sendo:

UNIDADE-SOLIDARIEDADE-LUTA!

Juntos, trabalharemos incansavelmente para DESTRUIR O FASCISMO EM TODO O MUNDO!

COORDENAÇÃO ANTIFASCISTA DE ATENAS E PIRAEUS

Tradução > Contrafatual

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Surge a primavera.
Borboleta colorida
Encanta a manhã.

Tânia Souza

[Argentina] Novo livro da Editora Reconstruir: “El anarquismo en las alturas | Luchas obreras en la construcción del Ferrocarril Transandino | Salta-Antofagasta en la década de 1920”

Os estudos sobre o anarquismo argentino se concentram quase que exclusivamente nas lutas que ocorreram no Rio da Prata, eclipsando as de outras regiões argentinas.

Propomos resgatar a experiência das lutas e greves ocorridas no norte da Argentina no início do século XX, durante a construção da linha ferroviária de Huaitiquina, hoje conhecida como Tren a las nubes (Trem para as Nuvens).

Essa obra envolveu um universo cosmopolita de trabalhadores, muitos deles anarquistas, que denunciaram a exploração que sofriam.

O descontentamento dos trabalhadores levou à formação do sindicato dos trabalhadores da construção civil de Salta-Chile.

Para reconstruir esses eventos, as diferentes crônicas que os próprios trabalhadores enviaram daquele lugar desolado foram de vital importância.

A partir desses testemunhos, pretendemos manter viva a memória de suas lutas na Cordilheira dos Andes.

Será apresentado no sábado, 28/10/2023, a partir das 18 horas, em Finochitto e Anchoris, Cidade de Buenos Aires.

Na mesma ocasião, serão apresentados os livros de Santiago Lapine: “Métricas pa’tomar medidas“, de Nadia Ledesma Prieto: “La revolución sexual de nuestro tempo” e de Jacinto Cerdá: “La FORA anarquista en la Ciudad de Buenos Aires“.

Haverá uma feira de livros, música e leituras.

>> Vídeo promocional:

https://www.youtube.com/watch?v=b3XDAJ1jce8&t=2s&ab_channel=archivoacrata

Federação Libertária Argentina (FLA)

federacionlibertariaargentina.org

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jardim sem flor
entre as páginas do livro
a rosa e sua cor

Alice Ruiz

[Uruguai] As bases sociais anárquicas do bairro Cordón de Montevidéu

Durante anos, o anarquismo no bairro de Cordón vem tentando manter uma influência constante e definidora. Embora tenha havido e haja muitas lutas, acima de tudo, ele tem feito isso a partir de uma projeção comum ligada à ação autônoma e à intensificação da auto-organização social. Das diferentes estruturas sociais auto-organizadas que os anarquistas criaram, o boxe anticapitalista e a chamada “Merienda Ácrata”, cuja base é o Centro Social Cordón Norte, um bastião de anarquistas no centro da cidade, destacam-se por seu impacto e durabilidade. As bases, portanto, coexistem e se alimentam dos conflitos sociais presentes no bairro.

Baseadas no respeito, na não competição, no antirracismo e no antimachismo, as aulas de boxe antiautoritárias tiveram grande participação e impacto nos últimos anos. Treinando crianças e adultos várias vezes por semana, elas mantêm uma crítica aberta contra todas as formas de dominação por meio de uma prática comum baseada na solidariedade e na auto-organização. Uma prática que também tenta envolver ativamente todos em diferentes questões sociais. As aulas livres só são proibidas para atitudes autoritárias se forem preenchidas com pessoas comprometidas com um projeto de um lugar ocupado em constante tensão contra a ordem capitalista. Tudo isso está longe de ser um clube cuja única característica era ser livre, seus membros são efetivamente parte de uma comunidade de luta contra o capital, o Estado e qualquer tipo de autoritarismo.

Sem guetos e sem medo de errar e corrigir, o boxe de Cordón busca fomentar as bases para uma ação comum que transforme a realidade de todos, golpe a golpe. A sociedade defende a si mesmas e não há espaço para a indiferença.

A segunda estrutura auto-organizada é o centro de merendeiro Ácrata.

O merendeiro é uma estrutura auto-organizada de ação direta que busca intervir em uma emergência específica: a necessidade de se alimentar. Mas, ao mesmo tempo, parte do reconhecimento de que a alimentação é mais do que o ato de comer e beber. É um ato social simbólico em que todas as possibilidades e misérias da atualidade são expressas. O capitalismo produz mais do que a falta de comida, ele produz uma imensa solidão, uma falta de vínculos e uma miséria que busca eliminar a solidariedade popular por meio da generalização da competição constante. Nesse sentido, as margens da sociedade funcionam como carne para o picador sistêmico.

Então, todo ato de fornecer alimentos para outras pessoas é um ato de caridade? Os papéis de mendicância e institucionalização são sempre reproduzidos? No centro de piquenique, é demonstrado que não. São as ações e as práticas que falam. A situação que leva à emergência e os motivos que produzem a realidade atual, os papéis e como desenvolver instâncias contrárias e a auto-organização são problematizados o tempo todo. A diferença, então, está na tensão que se busca gerar contra a ordem estabelecida e seus modos de remendar, ao mesmo tempo em que se criam práticas de solidariedade real sem lucro e sem interesses ocultos.

O centro merendeiro Ácrata coloca em operação uma ampla rede de vontades em uma estrutura auto-organizada em que o agrupamento é essencial. A assembleia como método de resolução e a busca constante de responsabilidade são adicionadas a um projeto mais amplo de autogestão e conflito anticapitalista explícito: a comunidade de luta de Cordón. A liberdade é uma construção social, a anarquia é uma tensão constante contra os poderes que tentam inibir os poderes das pessoas. No centro merendeiro, tentamos romper a “doação de comida” colocando em operação modos autogerenciáveis e solidários em que todos devem boicotar sua posição no mundo e reaprender junto com os outros. A solidariedade é subversiva e transformadora. Lá fora está chorando o liberalismo que diz que todos devem se salvar sozinhos e que a empatia é bobagem.

A caridade vem de cima, a solidariedade é construída horizontalmente e sempre estaremos na linha de frente. Não há clientes, não há usuários, em um bairro auto-organizado ninguém está sozinho, todxs são companheirxs.

A solidariedade é a nossa arma

Periódico Anarquia

Tradução > Liberto

agência de notícias anarquistas-ana

Sob a árvore
sobre o carro
repousa o joão-de-barro

Tânia Diniz

Lula de$envolviment$ta incentiva à indústria do carro

[Espanha] Lançamento: “Diccionario anarquista de emergencia”, de Ivan Dario Alvarez e Juan Manuel Roca

Se existem dicionários de filosofia, de literatura, de arte, de heráldica, de símbolos, se existem dicionários históricos e dicionários de muitos outros assuntos e disciplinas, por que o anarquismo, que tem sua própria filosofia, sua própria literatura, seus teóricos da arte e artistas, seus símbolos contestadores e uma história vasta e poderosa, não pode ter um? Dois anarquistas colombianos incorrigíveis e incontroláveis se propuseram a coletar o que estava disperso: vidas extraordinárias, poemas, polêmicas, definições, aforismos, canções? Eles o fizeram com o humor e o inconformismo de quem sabe que a anarquia é uma utopia que concebe uma sociedade distante do canibalismo do estado capitalista e patriarcal e que, para continuar com a empreitada, é necessário praticar uma reverencial irreverência.

Diccionario anarquista de emergência

Ivan Dario Alvarez e Juan Manuel Roca

Editorial: LA VORAGINE

Número de páginas: 276

Dimensiones: 240 cm × 160 cm × 0 cm

Fecha de publicación: 2023

ISBN: 978-84-127446-6-8

20,00€

traficantes.net

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ao seu voo rápido
borboletinha amarela
o mais é cenário!

Gustavo Terra

Dossiê sobre ataques e crimes turcos contra a região de Rojava

A Administração Autônoma do Norte e Leste da Síria (AANES) compilou um dossiê sobre os crimes cometidos pelas forças estatais turcas durante a última onda de ataques à região, que ocorreu de 4 a 10 de outubro de 2023.

A investigação, que também contém imagens, denunciou novamente o bombardeio turco contra instalações de serviços vitais no norte da Síria.

De acordo com o dossiê, o Estado turco realizou 304 ataques aéreos e terrestres em 224 locais, incluindo 211 bombardeios com artilharia e armas pesadas e 83 ataques com drones e jatos de combate.

Os ataques militares tiveram como alvo instalações e campos de petróleo e gás, usinas de energia, estações de água, centros de saúde, bem como as proximidades dos campos de Washokani e Al Roj. Os ataques também atingiram dezenas de vilarejos, causando enormes danos materiais à infraestrutura da região, estimados em US$ 56 milhões.

O dossiê revelou que um total de 47 pessoas foram mortas pelo Estado turco em apenas seis dias, e outras 55 ficaram feridas.

Fonte: ANF / Edição: Curdistão Latino-Americano

Conteúdo relacionado:

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2023/10/19/portugal-novo-ataque-da-turquia-sobre-os-povos-no-nordeste-da-siria/

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Na tarde chuvosa,
Sozinho, despreocupado,
Um pardal molhado

Edson Kenji Iura