
As universidades Central, Politécnica Salesiana, Andina e Católica do Equador abriram suas portas para abrigar as comunidades indígenas em Quito.
Milhares de indígenas chegaram à capital desde segunda-feira, 7 de outubro de 2019, para protestar contra as medidas econômicas anunciadas pelo governo, incluindo a eliminação de um subsídio a combustíveis em vigor há 40 anos.
Partiram de diferentes províncias a pé, em bicicletas, tratores, caminhões, carros e ônibus que também carregavam grãos, água, pão, aveia, chicha, arroz e roupas para estocar durante sua estadia em Quito.
Esses produtos chegaram à Ágora da Casa da Cultura e às universidades Central, Católica, Andina e Salesiana, que se tornaram refúgios para prestar serviços de saúde, alimentação e hospedagem aos manifestantes.
Estudantes e voluntários de diferentes organizações civis os assistem para que fiquem na capital.
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Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
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Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!