
Uma comunidade livre deve ajudar a fomentar e potencializar as habilidades cognitivas, físicas e intelectuais daqueles que por origem genética apresentam uma deficiência, síndrome ou deficiência por condições externas ou internas, estão limitados as suas atividades e restringidas por um sistema que não foi esboçado para todos.
Um sistema ou comunidade que incapacita jamais poderá ser livre, o reconhecimento e a prática integral e equitativa devem fomentar a participação para uma futura comunidade anárquica e inclusiva.
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agência de notícias anarquistas-ana
fera ferida
nunca desiste –
luta pela vida
Carlos Seabra
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!