
Primeiro de Maio de 2026 (Indonésia)
Atualização: Na quinta-feira, 23 de julho de 2026, os companheiros do grupo de presos anarquistas do Primeiro de Maio de 2026 em Bandung, a saber, Mpe, Dilan e Pablo, iniciarão seu primeiro julgamento no Tribunal Distrital de Bandung.
Os anarquistas detidos foram presos nos dias seguintes à manifestação de 1º de maio em Bandung. Eles são acusados de tumulto e destruição dolosa de instalações públicas, após um confronto ocorrido em 1º de maio de 2026 na Jalan Cikapayang (cruzamento de Cikapayang com Pasupati), na cidade de Bandung, durante o qual a polícia foi atacada.
As graves acusações referem-se a crimes que causaram incêndios ou explosões que colocaram em risco a segurança pública, a prática de violência coletiva contra pessoas ou propriedades em público e conspiração criminosa. Além disso, os companheiros são acusados de preparar e usar coquetéis molotov. Mpe é acusado de ser o “líder”, o que, para um anarquista, é absurdo. Os companheiros detidos foram espancados e maltratados pela polícia durante um período de três semanas, no decorrer de seus interrogatórios, nos quais não havia a presença de um advogado responsável. Foram empregadas intensa pressão psicológica e violência física contra os detidos para tentar fazê-los prestar depoimentos falsos.
Um total de treze (13) pessoas foram presas e detidas durante a investigação sobre o tumulto.
• Três (3) deles eram menores de idade e foram posteriormente liberados sob a obrigação de comparecer periodicamente às autoridades.
• Os dez (10) detidos restantes são:
1. Ripan Ripandi
2. Muhamad Rafly
3. Ismail
4. Dani Maulana
5. Rangga
6. Cikal
7. Haikal
8. Fadel
9. Fadil
10. Hadi Isan
Libertem os presos – Derrubem o Estado!
Fonte: https://darknights.noblogs.org/post/2026/07/22/update-on-anarchist-prisoners-mpe-dilan-pablo-may-day-2026-indonesia/
Tradução > Reno Moedor
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agência de notícias anarquistas-ana
O ar. A folha. A fuga.
No lago, um círculo vago.
No rosto, uma ruga.
Guilherme de Almeida
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!