[Bulgária] Chamado de solidariedade para a manifestação “Nenhum Nazista Em Nossas Ruas” no dia 17.02 em Sofia

2024 marca o 21º ano consecutivo da manifestação neonazi Lukovmarsh na nossa cidade de Sofia.

“Lukovmarsh” é uma marcha neonazista com grande participação internacional. Grupos de extrema-direita de toda a Europa vêm a Sofia todos os anos, para apoiar os seus homólogos locais na homenagem ao general antissemita búlgaro Hristo Lukov (1887-1943), que esteve associado ao Terceiro Reich. Os organizadores da União Nacional Búlgara (BNS) são frequentemente vistos em manifestações neonazis na Polônia e na Itália. Isto não é uma surpresa, uma vez que a “lista de convidados” de Lukovmarsh inclui internacionais da Espanha (La Falange), Alemanha (NPD, Die Rechte, Der III Weg), França (Terre et peuple), Itália (Casa Pound), Áustria, Croácia, Polônia (Narodowe Odrodzenie Polski), Romênia (Nova Dreapta), Hungria, Suécia (Frente Nórdica).

Ao longo dos anos garantimos que sempre houvesse resistência contra a Lukovmarsh e uma contra-manifestação chamada “Nenhum nazista em nossas ruas!”. Acreditamos que os nossos esforços e a solidariedade internacional ao longo dos anos ajudaram a diminuir a intensidade das tochas neonazis! Continuamos nossa luta até que desapareçam completamente da nossa cidade, e do resto do mundo.

Lukovmarsh está sendo cada vez mais associada aos neonazistas pelo público em geral e tem muito menos adesão! Queremos agradecer calorosamente a cada pessoa que veio a Sofia em solidariedade à nossa contra-demonstração “Nenhum nazista em nossas ruas!” no passado! Seu apoio ajudou imensamente!

No entanto, ano após ano, mesmo quando a Lukovmarsh é proibida pela prefeitura de Sofia, os neonazis são liberados para marchar e continuam a ser tranquilamente escoltados pela polícia. Nunca dispersos, nunca presos e sempre protegidos pelas autoridades. Ao mesmo tempo, as manifestações pacíficas de solidariedade com o povo palestino são proibidas com a ameaça da força, dispersões e as casas de organizadores invadidas pela polícia e pelas forças especiais.

Como antifascistas, vemos claramente as duas medidas do Estado. Na Bulgária, você pode ser um neonazista antissemita, mas se protestar contra um genocídio, isso será considerado “antissemitismo” ou “terrorismo” sem qualquer motivo específico.

Como antifascistas, continuaremos a nos levantar contra o antissemitismo e os verdadeiros antissemitas!

Como antifascistas, não permitiremos que o antifascismo fingido de Putin seja o único de que se ouve falar.

Como antifascistas, estaremos sempre contra o fascismo de Erdogan e a limpeza étnica do povo curdo.

Como antifascistas e feministas não deixaremos as mulheres do Irã sozinhas.

Como antifascistas, estaremos sempre ao lado dos migrantes, que enfrentam atualmente novas restrições da União Europeia.

Este é o ethos que “Nenhum nazista em nossas ruas!” sempre teve e continuará a perpetuar.

Para aqueles que vieram nos anos anteriores e para aqueles que consideram vir este ano – gostaríamos de convidá-los oficialmente para “Nada de nazistas em nossas ruas! 2024 no dia 17 de fevereiro em Sofia, Bulgária!

Nos vemos lá!

Saudações,

Antifa Sofia/Antifa Bulgária

Tradução > meiocerto

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https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2019/02/19/bulgaria-mais-de-2-mil-militantes-de-grupos-nacionalistas-de-extrema-direita-marcharam-pelas-ruas-da-capital-bulgara/

agência de notícias anarquistas-ana

Mingau branco
Numa tigela imaculada –
A luz do sol do Ano-Novo.

Josô

[Reino Unido] Campanha de transporte gratuito para Londres será lançada

Stop the Silvertown Tunnel Coalition está lançando uma campanha pelo transporte público gratuito em Londres. Isso está relacionado à campanha deles porque, se mais pessoas usassem o transporte público, haveria menos veículos nas ruas e menos necessidade do túnel.

“O transporte público gratuito, implementado juntamente com melhorias nos serviços, investimento em viagens ativas e o fim dos subsídios aos motoristas de automóveis e ao setor de transporte, pode ajudar a reduzir rapidamente o número de veículos nas ruas. Precisamos fazer com que o transporte público seja a primeira opção dos londrinos para se locomoverem: torne-o agradável. Essa é a melhor maneira de reduzir as emissões. Reduzir o tráfego rodoviário também é a melhor maneira de combater a poluição do ar que mata milhares de londrinos todos os anos”.

A primeira reunião será no sábado, 10 de fevereiro de 2024, às 10h30, no Waterloo Action Centre, 14 Baylis Road, London SE1 7AA.  E-mail: stopsilvertowntn@gmail.com

Para obter mais informações, consulte: https://stopsilvertowntn.files.wordpress.com/2023/12/free-pt-proposal.pdf

Dê uma olhada também neste folheto do ACG (Anarchist Communist Group) que defende o transporte público gratuito:

https://rebelcitylondon.files.wordpress.com/2024/01/forum-copy-of-transport-leaflet.pdf

Fonte: https://rebelcitylondon.wordpress.com/2024/01/27/free-transport-for-london-campaign-to-be-launched/

Tradução > Contrafatual

agência de notícias anarquistas-ana

Escurece rápido.
Insistente, a corruíra
cisca no quintal.

Jorge Fonseca Jr.

[Espanha] A Secretaria de Relações Internacionais da CGT se solidariza com a prisioneira antifascista Ilaria Salislis

A Secretaria de Relações Internacionais da CGT exige um tratamento correto e a extradição para a Itália da prisioneira antifascista Ilaria Salis, presa na Hungria. Também denuncia sua situação e a violação de seus direitos fundamentais.

A militante anarquista milanesa Ilaria Salis está detida na prisão de segurança máxima em Budapeste há quase um ano, acusada de ter agredido dois neonazistas em 11 de fevereiro de 2023 na capital húngara durante o “Dia da Honra”. Um evento em que grupos nazistas e fascistas se reúnem para homenagear Hitler e membros das Setas Cruzadas (partido pró-nazista que governou o país entre 1944 e 1945). Um pretexto para os neonazistas de toda a Europa se reunirem e se manifestarem em nome de um suposto passado mítico, na realidade feito de violência, racismo e intolerância. Durante anos, os convocadores atacaram pessoas que, por vários motivos, não se adequaram aos seus cânones de pureza racial.

Esse é o contexto em que Salis foi acusada pelas autoridades húngaras de atacar manifestantes neonazistas; ela também é acusada de ser membro de um grupo organizado de ativistas alemães cujo objetivo é atacar militantes fascistas ou a ideologia nazista. No entanto, seus advogados negaram isso. Eles também denunciaram as condições “desumanas” e de semi-isolamento em que ela está presa. A Hungria já foi condenada pelo Tribunal Europeu de Direitos Humanos por graves violações dos direitos dos prisioneiros, violações que Ilaria está sofrendo. Roberto Salis, pai de Ilaria, escreveu uma carta há algumas semanas para a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni e para os ministros das Relações Exteriores, Antonio Tajani, da Justiça, Carlo Nordio, e para os presidentes da Câmara e do Senado italianos para pedir ao governo que intervenha diante das “violações dos direitos humanos” que sua filha está sofrendo na prisão, onde está sendo mantida “em condições desumanas”, como ela mesma denunciou em uma carta enviada a seus advogados. Até o momento, o governo italiano não respondeu nem interveio para se preocupar com as condições de uma detenta em outro país da UE. Salis corre o risco de ser condenada a uma pena de até 16 anos, muito mais severa do que o código italiano para ferimentos “curados em 5 ou 8 dias”.

Contra o fascismo e sua violência, agora e sempre, resistência

Viva a solidariedade internacional

cgt.org.es

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https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2024/02/02/hungria-depois-de-aparecer-acorrentada-no-tribunal-processo-contra-anarquista-italiana-e-adiado/

agência de notícias anarquistas-ana

nuvens insultam o céu,
aves urgentes riscam o espaço;
pingos começam a molhar.

Alaor Chaves

[Reino Unido] Dawn Ray’d – O fogo se apagou, mas a chama continua acesa

Se tiver sorte, você irá experienciar em sua vida a oportunidade de presenciar uma banda diferente de todas as outras. Uma banda cuja música é impossível de substituir. Uma banda que preenche uma lacuna que você nem sabia que existia. Dawn Ray’d foi uma dessas bandas. Sua mistura intransigente de mensagem, visão e música, de amor/raiva, luz/escuridão, foi excepcional. Somente Godspeed you! Black Emperor poderia se igualar à expressão de Dawn Ray’d.

Para o anarquista que procurava uma banda para se inspirar, para sentir um senso de comunidade, para descarregar a raiva, tristeza, para alimentar a luta, para sentir esperança e alegria, Dawn Ray’d foi a banda exata. Enquanto outras bandas reagiam à injustiça com debates acirrados em torno da mesa de jantar, Dawn Ray’d incendiava a casa inteira, deixando apenas as cinzas de seus oponentes.

Dawn Ray’d melhorou ao longo dos anos e a banda foi essencial em seu gênero musical (a comunidade black metal tem sido caracterizada por bandas fascistas e de extrema direita). Sua expressão alcançou quase a perfeição com o álbum “To Know The Light”. Cada tom, verso e imagem são importantes. O álbum é atencioso, bonito e significativo. O último lançamento, que viria a ser o último álbum da banda, é sem dúvida um dos melhores álbuns do ano. Nunca antes a mensagem anarquista foi tão clara. O disco está imbuído de um ódio fervoroso contra todas as hierarquias. Ninguém que o ouça pode duvidar do que a banda pensa sobre o Estado, a opressão animal, a polícia, o patriarcado, os fascistas ou os capitalistas.

O anúncio feito pelo Dawn Ray’d de que a banda está se separando é terrivelmente triste, inexplicável. É como perder o seu melhor amigo, aquele que sempre te entendeu e confortou. Ao mesmo tempo é de certa forma, óbvio. Como o fim lógico de uma banda de black metal anarquista e antifascista.

Assim como aquele seu grupo de amigos militantes, que por um tempo fizeram ações que ninguém mais poderia fazer, mas que não deveriam existir para sempre, Dawn Ray’d sai do palco na hora certa. Dawn Ray’d sempre foi mais que uma banda. Eles foram os camaradas que lutaram com vocês contra a porcaria da sociedade, que defenderam todos os meios imagináveis. O fato de mais e mais pessoas valorizarem a banda por sua contribuição ao ambiente anarquista, paradoxalmente, apenas torna mais lógico o término da Dawn Ray’d. Não precisamos de deuses, precisamos de camaradas. E assim como a luta muda ao longo do tempo, as formas de expressão de como lutamos também precisam de mudar. Caso contrário, não venceremos nenhuma batalha.

Aqueles que abraçaram Dawn Ray’d ao longo dos anos nunca a esquecerão. Aqueles que ainda não os ouviram têm um mundo a descobrir. A música parou, mas continuamos ouvindo. A banda acabou, mas o que eles representavam continua vivo. Como consequência da existência da banda, a vida ficou um pouco melhor, a luta mais militante. Este não é o fim, é um novo começo. Como diz a própria banda, nos vemos nas ruas. Deixe o fogo queimar como um sinal!

Obrigado por tudo Dawn Ray’d!

Fonte: https://anarkism.info/2023/09/19/dawn-rayd-elden-har-slocknat-men-lagan-brinner-vidare/

Tradução > meiocerto

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https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2017/09/28/reino-unido-os-anarquistas-da-banda-de-black-metal-dawn-rayd-querem-promover-uma-revolucao/

agência de notícias anarquistas-ana

O som do aguaceiro
nas folhas da bananeira —
de prender o fôlego.

Carlos Martins

[Espanha] A Suprema Corte condena quatro dos seis de Zaragoza a quatro anos e nove meses de prisão

O tribunal superior reduziu a sentença imposta primeiro pela Audiencia e depois pelo TSJA. No entanto, condenou quatro dos seis jovens de Zaragoza que se manifestaram contra um ato do Vox, de extrema direita, em janeiro de 2019, a uma pena total de quatro anos e nove meses de prisão cada um por “crimes agravados de desordem pública e agressão”, bem como “lesão a vários policiais”. A campanha pela absolvição continua a argumentar que “eles são inocentes porque não há provas objetivas. E não há, porque eles são inocentes”.

Em uma decisão anunciada na terça-feira, a Câmara Criminal da Suprema Corte (SC) condenou quatro dos seis jovens, conhecidos como os Seis de Zaragoza, que se manifestaram contra um evento do partido de extrema direita Vox na capital aragonesa em 17 de janeiro de 2019, a um total de quatro anos e nove meses de prisão por “crimes agravados de desordem pública e agressão”, bem como “ferimentos em vários policiais”.

A Suprema Corte reduziu a pena de sete anos de prisão imposta a eles pelo Tribunal Superior de Justiça de Aragão (TSJA) por entender que “os delitos agravados de perturbação da ordem pública e agressão devem ser considerados como tendo sido cometidos em concurso ideal”, de modo que estabelece “a pena prevista para o delito mais grave – perturbação da ordem pública – em sua metade superior”.

Inicialmente, o Tribunal de Zaragoza sentenciou os quatro jovens de Zaragoza a um total de seis anos de prisão – três por conduta desordeira e três por agressão. Posteriormente, em outubro de 2021, o TSJA endureceu ainda mais a sentença com mais um ano de prisão, acrescentando o “crime de lesão”. A Plataforma de Madres y Padres por la Absolución recorreu da sentença à Suprema Corte, considerando-a “desproporcional e injusta”.

Agora, a Suprema Corte reduz a sentença para um total de três anos e nove meses pelos dois delitos de desordem e agressão, aos quais se soma mais um ano de prisão para cada um deles pelo delito de lesão. A Suprema Corte retirou “a aplicação do subtipo agravado do uso de meios perigosos que foi estabelecido pelo TSJA”, mas “isso não leva a uma redução da pena de um ano, já que ela se encontra na metade inferior do tipo básico imponível”. Nesse sentido, justifica sua decisão por considerá-la “proporcional, tendo em vista o prolongado período de recuperação exigido pelo agente”, conforme consta na sentença. O tribunal superior também rejeitou “o restante das razões de apelação dos quatro réus” e manteve “as sentenças de multa por crimes de dano e lesões leves aos outros policiais afetados”.

Finalmente, a Corte Suprema considera que “os fatos declarados provados identificam claramente as premissas para a imputação dos crimes considerados como tendo sido cometidos em coautoria”. Também informa que “não há recurso contra essa decisão”.

Desde o início do julgamento, as famílias dos acusados – que tomaram conhecimento da decisão da Suprema Corte por meio da mídia – vêm denunciando a injustiça desse caso e a falta de provas incriminatórias: “A maior injustiça do mundo pode ser cometida se nossos filhos forem para a prisão”, alertaram em uma coletiva de imprensa em março de 2021. Em uma aparição no Parlamento de Aragão, eles deixaram claro que os seis de Zaragoza não podem ir para a prisão, “eles são inocentes porque não há provas objetivas. E não há nenhuma, porque eles são inocentes”.

As famílias, juntamente com a Coordenadora Antifascista de Zaragoza, mantiveram uma campanha aberta durante todo esse tempo para divulgar o caso e exigir a absolvição dos seis jovens. Até o momento, eles reuniram o apoio de doze deputados do Parlamento Europeu e mais de 400 pessoas do mundo da cultura, pessoas anônimas e coletivos. A campanha também reuniu milhares de pessoas na capital aragonesa e em Uesca.

Em outubro de 2022, após dois anos denunciando o caso, nasceu a Plataforma Estadual Absolution 6 de Zaragoza para dar impulso à campanha “Protestar não é crime”, com a qual chegaram a diferentes cidades, realizando palestras, reuniões com agentes públicos e uma série de iniciativas institucionais. Em novembro do mesmo ano, eles lançaram o manifesto “Pelo direito de manifestação e pelas liberdades democráticas”, que até o momento coletou mais de 2.500 assinaturas. Todos pela liberdade dos jovens condenados, “sem provas incriminatórias”, a penas absolutamente desproporcionais.

Fonte: https://arainfo.org/el-supremo-condena-a-4-anos-y-9-meses-de-prision-a-cuatro-de-los-seis-de-zaragoza/

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pétala amarela
a borboleta saltou
sem pára-quedas

João Acuio

[Filipinas] Acampamento Antiautoritário, 10 e 11 de fevereiro de 2024

Em comemoração aos 20 anos de relação das coletivas irmãs Food Not Bombs Baliuag e Food Not Bombs Sapangpalay.

À medida que avançamos, a maioria dos voluntários do FNB já criou uma família, por isso foi importante reconhecer nossa própria família em nossa jornada na luta pela autonomia.

Reconhecemos a necessidade de lutar por libertação, para que nossos entes queridos sejam livres da cadeia de sistemas de crenças mercantilizadas/capitalistas que destroem nossos valores e relações humanas.

Em qualquer momento podemos nos apropriar e autogerir todos aspectos da vida social/econômica e criar propositalmente um momento, um espaço, uma plataforma, uma experiência para todos. Uma chance de ter acesso a uma socialização mais proveitosa, sem dominação, hierarquia e controle.

Propositalmente, os principais participantes do Acampamento Antiautoritário são famílias e comunidades dessas duas coletivas FNB Baliuag e FNB Sapangpalay, mas também estará aberto a outros indivíduos antiautoritários. Esperamos que esse acampamento seja informativo, divertido e íntimo.

Sugestões de atividades:

  • Compartilhamento de valores básicos
  • Conversas íntimas
  • A maternidade e seus desafios
  • Workshop/dicas práticas sobre tecnologia de alimentos
  • Exibição de filmes
  • Introdução à cooperativa
  • Discussão sobre sistemas de apoio

E muito mais…

Aceitamos doações financeiras para subsidiar nossos custos para este evento.

Obrigado!

Envie-as por meio de nosso PayPal: ganjuey@gmail.com

etnikobandidoinfoshop.wordpress.com

Tradução > meiocerto

Conteúdo relacionado:

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2021/11/26/filipinas-food-not-bombs-19o-aniversario-de-baliuag/

agência de notícias anarquistas-ana

haicai sem kigô
é de quem bebe saquê
e pisa na fulô

Carlos Seabra

[Espanha] Calendário solidário para as companheiras gregas que estão sofrendo vários tipos de ataques das forças opressoras

Olá!

Durante os últimos anos, as companheiras gregas, que estão em uma situação de guerra social contra o Estado, estão sofrendo vários tipos de ataques das forças opressoras. Entre eles, julgamentos e denúncias por sua não-passividade diante da violência do sistema.

Como anarquistas e solidários, desde Madri, queremos dar nosso pequeno apoio aos custos judiciais. Por isso, criamos este calendário compilando fotos da luta em Atenas.

Ele tem tamanho DIN A3 e propomos um preço de 15 a 20 euros, dentro de suas possibilidades.

Se não puder pagar e quiser, escreva para nós e poderemos procurar uma alternativa. Ou, se quiser contribuir mais, escreva para nós também. Você pode repassar para pessoas e grupos afins.

Se estiver interessado, escreva para resistirmerecelapena@riseup.net

A luta continua!

agência de notícias anarquistas-ana

No deserto
acontece a aurora.
Alguém o sabe.

Jorge Luis Borges

Flecheira Libertária n° 747: ano novo normalizando o normal

Todos e todas com caras de selfie e sorrizinhos. Entra ano e sai ano. Prossegue assim. Capitalismo intocável e conservador, seja sustentável ou “selvagem”, colonial ou decolonial. Tudo deve ser igual ao superior: mulheres, negros, índios, crianças, sexos, portadores de nanismo, ou seja, tudo portador, portadore(a)s. Tudo deve ser supostamente neutro como as Forças Armadas, a ciência, a política moderna. Tudo num embelezado encontro democrático negociável entre liberais e conservadores, esquerda e direita, extrema direita e mais alguém. Isenção de tributos, benefícios e privilégios de religião, partidos políticos… Mesmo contra igrejas e suas sucursais, os matrimônios homoeróticos proliferam e renovam a família, incluindo o chamado pecado original. Permanece a matança de indígenas, com ou sem ministério no Estado, com ou sem indígena ministro. Permanece o garimpo “ilegal”. E socialismo voltou a ser sinônimo de stalinismo. E ostracismo aos anarquistas. O ano é novo e bissexto. Até aí, tudo segue normalizando o normal.

>> Para ler o Flecheira Libertária na íntegra, clique aqui:

https://www.nu-sol.org/wp-content/uploads/2024/02/flecheira747.pdf

agência de notícias anarquistas-ana

brilho matinal
na ponta dos galhos nus
brotos a surgir

Carlos Viegas

[Espanha] Jornadas de formação “Capitalismo verde ou futuro libertário”

CAPITALISMO VERDE OU FUTURO libertário

Um debate libertário sobre a mudança social necessária para preservar a vida de todos e todas.

  • É possível uma transição ecológica justa, dentro do capitalismo?
  • Trata-se somente de uma mudança de tipos de energia?
  • É possível e sustentável o consumismo atual?
  • Temos alternativas energéticas desde o mundo libertário?
  • Temos alternativas sociais e ecológicas que levem a um mundo libertário?
  • Quê modelo de produção e distribuição de mercadorias para cobrir as necessidades humanas vitais? Alimentação, Habitat, Mobilidade, Cultura e Educação, Cuidados, Saúde…
  • Como dar passos reais e práticos de maneira coletiva, desde o atual modelo insustentável a um sustentável?
  • Transições ecosociais “justas”. Decrescimento de quê e de quem. Distribuição dos trabalhos e da riqueza…
  • Todas essas perguntas e as possíveis alternativas, podem se concretizar se tu participares também.

PALESTRANTES:

Luis González Reyes: “Transições no trabalho em tempos de crise ambiental”

Antonio Turiel: “O descenso energético e o futuro industrial da Europa”

Isidro López: “Crise climática, crise capitalista, crise do ecologismo político”

Carlos Taibo Arias: “Breviário de ecologia libertária”

Coral Gimeno: “Do marco estratégico de Energia e Clima à ação direta e eco radical: uma análise jurídica desde uma perspectiva de classe e revolucionária”

MESA REDONDA:

Com colaborações das pessoas participantes

DATAS: 9 e 10 de fevereiro

Sexta-feira, 9, das 10h00 às 14h00 e das 16h00 às 20h00

Sábado, 10, das 10h00 às 20h00

LUGAR SESSÃO PRESENCIAL:

Faculdade de Ciências da Documentação Universidade Complutense de Madrid

C/ de la Santísima Trinidad, 37

Metrô (LINHA 7) Canal- Alonso Cano

INSCRIÇÃO

https://docs.google.com/forms/d/13QFf8KPDibmJSF12jDB-c2_zcGBFYa-JRz1ZvR-aHvQ/edit

SESSÃO VIRTUAL:

Para quem não puder ir à Madrid, podes visualizar seu desenvolvimento pelo link  que aparece no cartaz anexo (a partir da tarde de sexta-feira, dia 9)

https://acortar.link/O9PiS3

Fonte: Secretaria de formação da CGT

Tradução > Sol de Abril

agência de notícias anarquistas-ana

Com dignidade
nas minhas velhas roupas –
o espantalho

Stefan Theodoru

[Itália] Liberdade para Ilaria! O antifascismo não pode ser processado

A história política e humana de Ilaria Salis, que está presa há um ano nas prisões húngaras do reacionário Orban, acusada de atacar neonazistas e mantida em condições sanitárias desumanas e indecentes, merece algumas breves considerações. Apenas para limpar o campo de mal-entendidos e interpretações errôneas, gostaríamos de enfatizar que o antifascismo militante é uma prática que caracterizou a história do movimento dos trabalhadores imediatamente após o advento dos primeiros esquadristas, durante a ditadura e após o fascismo, e na qual nos reconhecemos. Portanto, não ficamos chocados se um grupo antifascista agir com determinação contra certa ralé neofascista e neonazista. Pelo contrário, nossa solidariedade incondicional se estende a eles.

Historicamente, o fascismo tem sido o braço armado do capital em oposição aos processos de emancipação dos explorados, e é nesse contexto que esses últimos se organizam para impedir a reação, para sua defesa física e espaços de viabilidade política.

Não é coincidência o fato de que são principalmente as pessoas das camadas sociais mais baixas que acabam nas prisões.

As prisões também são uma ferramenta para reprimir aqueles que lutam e se rebelam contra um sistema que atende aos interesses de uma minoria em detrimento da maioria.

Sempre fomos sensíveis às reivindicações daqueles que são forçados a permanecer na prisão e nos mobilizamos repetidamente para apoiar os prisioneiros em luta. A prisão e a detenção na prisão por um ano de uma pessoa que ainda não foi condenada é uma medida preventiva que vai contra a “salvaguarda e o respeito aos direitos humanos e às liberdades” considerados os fundamentos de um estado liberal; o fato de Ilaria ser forçada a ficar dentro de uma jaula superlotada, em condições sanitárias muito ruins, sem a possibilidade de trocar de roupa e se lavar, com o fornecimento de comida ruim e podre, etc., desafia exatamente os direitos da justiça burguesa (consulta a documentos, assistência de advogados, visita dos pais, etc.), dos quais os países ocidentais, a Itália e a Europa em primeiro lugar, se orgulham, é algo vergonhoso e indecente que deve ser denunciado e para o qual deve ser encontrada uma solução imediata com sua libertação. Com um ano de atraso, a grande imprensa e parte da classe política estão indignadas com a forma como um “cidadão italiano” é tratado nas prisões de um país europeu, enquanto a atitude é oposta se o assunto da contenda for o estado de saúde das prisões italianas e as condições em que os prisioneiros são obrigados a viver. Superlotação das celas, insalubridade e antiguidade das instalações prisionais, detenções preventivas intermináveis, programas de reintegração inconsistentes, para citar apenas alguns dos aspectos críticos do sistema prisional italiano, que registra taxas muito altas de suicídio e automutilação.

Não podemos deixar de lembrar a bárbara medida do 41 bis, um instrumento de tortura e alienação do preso que não tem igual em outros países europeus. É fácil se indignar com o que acontece fora da realidade de seu próprio país quando os problemas em casa são igualmente graves. A ideia da prisão como instrumento de reintegração social é uma tolice que deve ser superada. Contra as tentativas de criminalizar a prática antifascista, pedimos a libertação imediata de Ilaria, bem como de todos os nossos companheiros de prisão. Nenhuma legitimidade para a direita xenófoba e nacionalista, seja em molho neonazista, legalista ou neofascista, fora ou dentro dos parlamentos.

Iniciativa Libertária – Pordenone

Tradução > Liberto

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agência de notícias anarquistas-ana

O dia já tarde
festeja a alegria
nas bolhas do guaraná

Winston

[Espanha] O Movimento Anarquista se encontra na mira da repressão estatal

Egida-Defensa Colectiva Anarquista denuncia que em menos de 2 anos, ao menos 37 pessoas do movimento anarquista e antifascista de Barcelona se tornaram réus.

Nos últimos meses, a Egida-Defensa Colectiva Anarquista, através da campanha “Condenades por Lutar” se dedicou a socializar os múltiplos casos de repressão que 37 pessoas do movimento anarquista e antifascista de Barcelona tem encarado.

Entre os casos denunciados está o de Abel que em 2021 foi condenado a 3 anos e 9 meses de prisão. Os atos pelos quais foi condenado se deram em novembro de 2018, no contexto da contra-manifestação em frente à concentração da JUSAPOL, no final da qual se deu o incidente. Na estação de metrô de Urquinaona um nazista caiu das escadas. Diante desse fato, dois companheiros são citados, acusados de empurrar o nazista. São acusados do crime de agressão com agravante de crime de ódio. O crime de ódio se justifica com a racionalização de se atentar contra as liberdades individuais já que este carregava uma bandeira da Espanha. O que não é citado nos autos policiais é que o indivíduo em questão também vestia uma camiseta de Arjuna, um grupo RAC (Rock Against Communism). O grupo anti repressão declarou que “a perseguição política se manteve durante todo o processo judicial. Causas passadas e identificações produzidas durante manifestações anarquistas foram usadas durante o julgamento para justificar a condenação, juntamente do agravante de ódio. Algumas dessas identificações não foram realizadas de forma direta, se tratavam de identificações obtidas através de gravações e outros meios. É por isso que afirmamos que estão condenando nosso companheiro por ser anarquista.”

Outros casos de repressão se deram no contexto das manifestações de 1° de maio de 2022, onde 5 pessoas foram presas, e também na de 2023, onde 12 pessoas foram presas. Nestes dias, nas manifestações convocadas por sindicatos como CGT, CNT, COS, YAK, Solidaridat Obrera… Entre outros, participou também um bloco libertário. Os acontecimentos aos quais se imputam os acusados se deram depois da manifestação, onde se deram ação direta contra bancos, escritórios de turismo e diferentes tendas de multinacionais. Se acusa a todos de manifestação ilegal, desordem pública e vandalismo.

Por sua vez, o caso de repressão seguinte se deu no mesmo maio de 2023, durante uma manifestação para defender os centros okupados El Kubo e La Ruïna, propriedade da Sareb, na praça de Bonanova de Barcelona. Um grande destacamento de Mossos d’Esquadra [polícia catalã], de 300 agentes aproximadamente, atacaram violentamente quem estava na rua Sosonèsa, para proteger os fascistas do Desokupa, que haviam vindo de várias partes do estado espanhol para tentar, sem êxito, desalojar os centros okupados. Neste evento, 12 pessoas foram presas, as quais são acusadas de atentado contra a autoridade, desordem pública e vandalismo.

Ofensiva contra a ocupa

No fim do ano passado, houve despejo nos prédios do Kubo, de la Ruina e da Kasa Estudi9, centros onde parte da militância anarquista se organizava. Durante estes despejos os Mossos D’esquadra organizaram um amplo contingente com cerca de 400 agentes e atacaram os manifestantes que eram contra o despejo. Como se não bastasse, também detiveram sete pessoas que se encontravam no interior do Kubo e da Ruina, os quais foram acusados de atentado contra as autoridades e desobediência.

Não obstante, esse não foi o único episódio de repressão que se deu em uma okupa já que no começo deste ano a Egida também denunciou que as forças repressivas haviam instalado dispositivos de vídeo vigilância em frente de uma okupa no bairro Gracia onde vivem militantes anarquistas.

Fonte: https://ppcc.lahaine.org/el-movimiento-anarquista-se-encuentra

Tradução > 1984

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agência de notícias anarquistas-ana

Chuva de verão.
Os pingos batem
Nas cabeças das carpas.

Shiki

[Grécia] Bomba explode em frente a prédio de ministério em Atenas

Uma bomba explodiu na madrugada deste sábado (03/02) em frente ao prédio do Ministério do Trabalho e Segurança Social, em Atenas, causando danos à área. Segundo a agência de notícias Reuters, não houve feridos.

Indivíduos não identificados ligaram para o jornal EFSYN à 0h49 (horário local), avisando que uma bomba explodiria em frente ao ministério dentro de 40 minutos, segundo a televisão estatal grega ERT.

Após o alerta, a polícia iniciou procedimentos de evacuação do prédio e bloqueou o trânsito. A bomba, colocada em um saco, detonou à 01h29, causando danos ao ministério e arredores. De acordo com a ERT, uma organização que afirma ser a “Organização para a Autodefesa Revolucionária” assumiu a responsabilidade pela explosão.

Fonte: agências de notícias

agência de notícias anarquistas-ana

Que coisa linda,
Agitando o leque branco,
É o meu amor.

Buson

[Peruíbe-SP] Festival Cultive Resistência!

29, 30 e 31 de março de 2024

Espaço Cultural Semente Negra – Peruíbe/SP

O Festival Cultive Resistência é um encontro multicultural, libertário, que ocorre na Semente Negra, um espaço político cultural situado em meio a mata atlântica, em Peruíbe/SP.

Serão três dias de diálogos, palestras, oficinas, debates, música, momentos de compartilhamento, aprendizado, ensinamentos, reflexão e ação.

Queremos unir aqui diversas experiências e ideias de resistência e liberdade que estão em todas as partes deste planeta. Punks, anarquistas, feministas, indígenas, moradoras de espaços ocupados, pessoas que compartilham experiências de lutas inspiradoras, que sugerem outro modo de estar e agir neste mundo.

Não é novidade que existe um mundo utópico na cabeça de muitas pessoas. Mas o que muitas destas mesmas pessoas não sabem, é que em algum lugar deste planeta, esta utopia existe e resiste. Afinal, se o capitalismo tem suas armas, nós também temos as nossas: solidariedade, apoio mútuo, música, livros, fanzines, mídias, ação direta, plantar nossa comida, consenso, relações horizontais, feminismo, queer, lutas sociais, veganismo, entre outras.

Se nos cegam os olhos para não vermos estas utopias sendo vividas é porque elas representam algum perigo e é para isto que chamamos este Festival, para sermos parte deste perigo. E se não conseguirmos ser este perigo, que este perigo nos destrua! Nos destrua para, assim como este mundo, possamos renascer como sementes que trincam concretos, como água que rompem barragens ou até mesmo como uma garrafa que voa iluminando por onde passa até incendiar seu alvo.

Envie sua proposta de atividade (palestras, oficinas, debates, bandas e qualquer outra atividade que venha colaborar para a construção destes 03 dias de inspiração e conspiração).

Conheça as ideias e princípios do Festival e, se o que você faz, tem a ver com estas ideias, envie sua proposta pelo nosso site até 15/02/2024.

Ingressos:

1º lote – Até 10/02/2024 – R$ 30,00 por dia ou R$ 70,00 para os 3 dias.

2º lote – Até 10/03/2024 – R$ 40,00 por dia ou R$ 100,00 para os 3 dias.

3º lote e portaria – R$ 50,00 por dia

>> Mais infos: cultiveresistencia.org/festival

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pobre da pulga
espetada no brinco
atrás da orelha

Marcelo Santos Silvério

 

[EUA] Três Livros Clássicos do Coletivo CrimethInc. em Português | Receitas para o Desastre, Espere Resistência, & Dias de Guerra, Noites de Amor

Nossos camaradas no Brasil fizeram novas tiragens de três de nossos livros em português: Receitas para Desastres, Espere Resistência e Dias de Guerra, Noites de Amor.

Ao longo de três décadas de atividade, os nossos livros apareceram em muitas línguas diferentes – Trabalho,, por exemplo, apareceram em alemão, espanhol, russo, servo-croata, lituano, coreano e português, a maioria dos quais estão disponíveis aqui (https://pt.crimethinc.com/books). Oferecemos material em um total de 43 idiomas diferentes neste site. Acreditamos que é crucial construir pontes entre pessoas em diferentes comunidades e diferentes partes do mundo, e fazê-lo trabalhando diretamente com falantes nativos, em vez de depender de software de tradução automática.

Além de oferecer cobertura contínua das lutas sociais no Brasil, as células CrimethInc. no Brasil já publicaram vários livros, jornais e zines em português, além de organizar turnês de palestras na América do Sul e do Norte. Agora, para começar 2024, publicam novas versões aprimoradas em português de três dos nossos livros mais conhecidos.

Eles estarão disponíveis em infoshops, baquinhas e feiras de livros em todo o Brasil nas próximas semanas. Por agora, você já pode adquiri-los online através do infoshop 1000contra (https://1000contra.com.br/categoria/crimethinc/).

Receitas Para o Desastre

Receitas Para o Desastre é um manual tático de 500 páginas para ação direta, amplamente ilustrado com diagramas técnicos e relatos em primeira mão. Mais de 30 coletivos colaboraram com décadas de conhecimento, testando, escrevendo e editando as 61 seções deste livro, que vão desde grupos de afinidade, organização coletiva e ação antifascista, até ocupação, grafite e sabotagem.

Dias de Guerra, Noites de Amor

Seu ingresso para um mundo livre. O primeiro livro que publicamos, Dias de Guerra, Noites de Amor, é o ponto de partida perfeito para quem busca uma vida de revolta apaixonada. É um manifesto visionário, um desafio a tudo o que tomamos por verdade, um experimento desenfreado e explosivo em um livro. Dividido em temas por ordem alfabética, o livro introduz debates como Anarquismo, Burguesia, Capitalismo, Domesticação, Amor, Trabalho e muitos outros.

Espere Resistência

Espere Resistêcia não é um, mas três livros, cada qual pode ser lido como uma obra independente. O primeiro livro, impresso em páginas brancas, continua a investigação da vida moderna e seus descontentamentos que começou em Dias de Guerra, Noites de Amor. Espere Resistência é um guia de campo para campos nos quais todos os guias são inúteis, uma meditação sobre a transformação individual e a resistência coletiva em épocas desastrosas, e uma obra-prima que sobe o nível das publicações radicais.

Fonte: https://pt.crimethinc.com/2024/01/23/tres-livros-classicos-do-coletivo-crimethinc-em-portugues-receitas-para-o-desastre-espere-resistecia-dias-de-guerra-noites-de-amor-1 

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greta no muro –
dois olhos ao fundo,
lá no escuro

Carlos Seabra

Você quer ajudar…

Livro anarquista supera mais de 7 mil cópias vendidas na França

Lançado em junho de 2023, o livro “Dictionnaire anarchiste des enfants” (Dicionário Infantil Anarquista) já vendeu mais de 7 mil cópias. Se as vendas continuarem nesse ritmo, será um dos livros anarquistas melhor sucedidos dos últimos tempos. Um grande feito histórico, principalmente tratando-se de um livro lançado por uma “pequena” editora anarquista, no esquema “nós por nós”.

“Aprenda e desenvolva seu pensamento crítico através de definições, comparações e metáforas sobre as ideias e valores transportados no maravilhoso mundo do anarquismo.”

Aqui está um dicionário ilustrado para mentes jovens rebeldes que descobrem este fantástico ideal fora dos trilhos.

Jorge Enkis, originário do Chile, é o autor, ilustrador e editor por trás da primeira edição em espanhol deste dicionário. A versão que oferecemos é uma adaptação do primeiro livro desta coleção. Algumas passagens foram traduzidas do espanhol, enquanto outras foram criadas pelo coletivo anarquista canadense Emma Goldman. Para a versão francesa, removemos os artigos destinados mais especificamente aos naturais de Nitassinan, de onde veio o coletivo anarquista Emma Goldman.

Este livro destina-se a um público de 9 anos ou mais. Para os pais, representa uma grande oportunidade de diálogo para desenvolver o pensamento crítico dos filhos. É finalmente certo que o de mais idade (ou mais idoso) entre nós, tendo conservado a nossa juventude de coração, será capaz de apreciar este livro.

Desejamos-lhe uma boa leitura!

Editores

Dictionnaire anarchiste des enfants

Jorge Enkis – Coletivo Anarquista Emma Goldman

80 páginas

Formato 14 por 17.5

Preço sugerido: EUR 8,00

Versão impressa ISBN : 978-2-35104-178-9

atelierdecreationlibertaire.com

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As nuvens do céu –
o céu do infinito
eu de nenhum lugar

Stefan Theodoru