[Grécia] Sobre o estado de saúde de Dimitris Koufontinas

Um comunicado de imprensa sobre o processo de desnutrição e o estado de saúde do prisioneiro político Dimitris Koufontinas foi divulgado pelos médicos de sua escolha, Thodoris Zdoukos e Katerina Douzepi.

COMUNICADO DE IMPRENSA DOS MÉDICOS DE ESCOLHA DE DIMITRIS KOUFONTINAS

Após o fim da greve de fome de 65 dias, iniciou-se a alimentação gradual e cuidadosamente planejada de Dimitris Koufontinas e sete dias desse processo já foram concluídos.

Contamos com comunicação e informações constantes de nossos colegas intensivistas, que nos informaram sobre o bom andamento da realimentação e a ausência de complicações até o momento, como problemas cardiovasculares ou respiratórias, uma vez que o grevista é colocado na alimentação de pacientes de alto risco.

O estado de Dimitris Koufontinas hoje ainda é grave, pois devido ao grande grau de perda de massa muscular, sua mobilização é difícil e ele precisa de apoio para dar alguns passos. O risco de infecções nosocomiais (hospitalar) também é visível devido ao seu sistema imunológico enfraquecido. O monitoramento diário de eletrólitos, função hepática e renal, com o cálculo das calorias consumidas, são necessários para sua recuperação tranquila.

Sua recuperação demorará muitos meses e necessita do mesmo manuseio cuidadoso mesmo após sua saída da UTI, a fim de evitar danos permanentes e crônicos.

Os perigos que se escondem durante o processo de alimentação são infecções, hipotensão, arritmias, insuficiência cardíaca, insuficiência respiratória, distúrbios eletrolíticos. De particular importância é sua rápida mobilização e fisioterapia, para que ele não fique sujeito ao risco de eventos tromboembólicos.

Os médicos escolhidos por Dimitris Koufontinas

Thodoris Zdoukos, clínico geral, diretor do Serviço Nacional de Saúde

Katerina Douzepi, anestesiologista intensivista, curadora do Α’ ΕΣΥ

Fonte: https://athens.indymedia.org/post/1611541/

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Com a luz do relâmpago,
Barulho de pingos –
Orvalho nos bambus.

Buson

[EUA] “Sigam lutando sem parar por Mumia e não se detenham”

Por Ramona Africa

Ona Move! Como estão vocês?

Aqui pondo-me em dia para dizer-lhes que me sinto bastante bem. Não estive em contato durante um tempo, mas seu apoio me motiva a seguir lutando. Em vista da situação urgente de Mumia Abu-Jamal, estou fazendo tudo o que posso para ajudá-lo a chegar em casa.

É preciso sermos constantes em lutar por nosso irmão Mumia. Não pensem que seja inútil exigir que ele tenha a atenção médica que lhe faz falta, porque não é.

Algumas pessoas pensaram o mesmo sobre tirá-lo do corredor da morte, mas muita gente seguiu lutando e Mumia saiu dali. Salvamos sua vida ainda quando os oficiais do sistema estavam resolvidos a executar nosso irmão. Agora atentam contra a sua vida pelo assassinato médico.

MOVE sabe isto porque nosso irmão Delbert Africa morreu um pouco depois de chegar em casa devido à negligência médica na prisão SCI Dallas. Phil Africa, morreu em SCI Dallas pelo assassinato médico. Se tivesse recebido a atenção necessária talvez não tivesse morrido na prisão. O mesmo aconteceu com nossa irmã Merle Africa, assassinada na prisão SCI Muncy. Seu expediente médico diz que morreu sob circunstâncias suspeitas. O MOVE sabe que morreu pela falta de atenção médica intencional.

Estas prisões usam mal seus departamentos médicos para assassinar pessoas que consideram revolucionárias. O MOVE não pretende ver outro irmão nosso morrer no sistema carcerário, e por isso vamos seguir lutando como o fizemos pelos ‘9 do MOVE’. Não há dúvida de que os oficiais do sistema odeiam o MOVE e especialmente odiavam ‘os 9 do MOVE’. O ex-prefeito Rizzo disse em uma conferência de imprensa em 8 de agosto de 1978: “Ponham a todos na cadeira elétrica e eu vou puxar o interruptor de ligar.” É o que disse Rizzo e expressa bem a oposição do sistema ao MOVE.

Se os oficiais tivessem conseguido sua meta, o MOVE teria cumprido toda sua sentença injusta de 100 anos de prisão, mas seguimos lutando por sua liberdade e saíram sem cumprir todos esses anos. Isto é o poder do povo que eles querem anular. O MOVE é um exemplo claro do que a gente pode fazer se decidimos fazê-lo.

Sigam lutando sem parar por Mumia e não se detenham, não importa quão difícil seja a situação.

Para citar o Coordenador JOHN AFRICA: “A constância é força”.

VIVA JOHN AFRICA

Nos Movamos!

Tradução > Sol de Abril

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O gato no cio
mia e remia
canta ao desafio

Eugénia Tabosa

[Espanha] Sara liberada com acusações. Liberdade aos prisioneiros do 27F. Já chega de montagens policiais

Ontem, segunda-feira 22/03, no último minuto, recebemos a notícia da libertação (com acusações) de Sara, uma das oito presas pela manifestação de 27 de fevereiro em Barcelona. O recurso interposto pela defesa provaria, através de um teste especializado, que ela não poderia ter sido a que pulverizou líquido inflamável, como alegou a declaração da polícia.

Mais uma vez, esta história, com suas afirmações categóricas e reproduzidas a valor de face por tantos meios de comunicação, começa a desvanecer-se. Sara foi presa, acusada e encarcerada como a autora do incêndio da van, sem direito à presunção de inocência. Assim como o resto das pessoas presas e hoje encarceradas.

A foto de Sara, seu nome e detalhes apareceram na mídia, primeiro em La Vanguardia, ecoado pela imprensa italiana. Alguns dias antes de cumprir um mês de prisão, ela foi libertada com acusações depois que seu advogado e uma testemunha especializada para a defesa provaram que era impossível que ela fosse a pessoa acusada pela polícia, o promotor e o tribunal.

Trata-se de um primeiro passo e é muito importante. Ela quebra a moldura e esperamos que continue. Uma suposta organização criminosa da qual nada se sabe porque não existe, formada por anarquistas e italianos. Uma suposta tentativa de assassinato, que após ver as imagens e as buscas da polícia, um isqueiro bicolor e roupas com cheiro de gasolina permanecem como prova.

A reação unânime dos empregadores, do Conselho Municipal (Ada Colau) e do Governo (Ministro do Interior), e da mídia foi muito séria. Nem mesmo um mês se passou desde as prisões e todo o processo que forçou o tribunal a liberar a Sara, pendente de julgamento e com medidas cautelares, está sendo questionado. Os recursos dos demais prisioneiros ainda estão pendentes no tribunal provincial e esperamos que eles sejam libertados.

Como aconteceu anteriormente nas operações Piñata e Pandora, também contra o anarquismo e os anarquistas, depois de alguns meses na prisão, finalmente as pessoas foram libertadas e livres de acusações. Mas ninguém se demitiu, pediu perdão ou assumiu a responsabilidade.

Parabéns à Sara por sua liberdade, embora sob vigilância, e esperemos que o resto dos apelos também seja atendido e todos sejam liberados.

Fonte: https://ellokal.org/sara-en-llibertat-amb-carrecs-llibertat-presxs-27f-prou-de-muntatges-policials-cat-cas/

Tradução > Liberto

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O jarro quebra –
Ah, o despertar
Do gelo da noite!

Bashô

[Chile] Barricadas em Simón Bolívar

Nem quarentenas repressivas ou toque de recolher: desde a população Simón Bolívar, o terceiro dia de greve de fome contra as modificações da lei 321 e contra a prisão preventiva como punição é apoiado com fogo e barricadas.

HOJE (24/03), NO TERCEIRO DIA DA GREVE DE FOME DOS COMPANHEIROS PRESOS DE LONGA PENA NO SIMÓN BOLÍVAR SAÍRAM PARA LEVANTAR BARRICADAS, AGITAR E MOSTRAR SOLIDARIEDADE CONTRA A LEI 321.

> Mais fotos: https://buscandolakalle.wordpress.com/2021/03/25/tercer-dia-24-de-marzo-barricadas-en-simon-bolivar/

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A voz tocando o cavalo
Também é a tempestade
Sobre o campo seco

Kyokusui

[Chile] Barricadas em solidariedade com os prisioneiros em greve de fome

Sabendo da greve de fome iniciada hoje segunda-feira, 22 de março, por diferentes companheiros subversivos e anarquistas na C.A.S, Máxima, San Miguel e Santiago 1, pela revogação da modificação do decreto lei 321, levantamos barricadas coordenadas na comuna de Maipú e Lo Prado, fazendo-nos parte dos chamados à ação.

DIA 1 DE GREVE DE FOME!

QUE SE MULTIPLIQUEM AS AÇÕES!

SOLIDARIEDADE COM OS PRISIONEIROS DE LONGAS PENAS!!!

> Mais fotos: https://buscandolakalle.wordpress.com/2021/03/24/lunes-22-de-marzo-en-la-noche-barricadas-en-solidaridad/

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Também pelo casebre
Onde há choro à noite
Passa o hachitataki

Buson

[Chile] “Assassinos, genocidas e violentos são o governo, os partidos e a máfia empresarial”

O ministro da saúde expressou que “é necessário combater a pandemia, reduzindo a mobilidade nos fins de semana”.

De segunda a sexta-feira a população tem que se deslocar em transporte público para atender normalmente os centros de exploração capitalista, esta mobilidade parece não ser a que causa a propagação da pandemia de acordo com eles.

Eles limitam toda a mobilidade nos fins de semana, impõem um toque de recolher noturno (que é o mais longo do mundo há mais de um ano) e assim por diante, um conjunto contínuo de medidas de retalhos que só pioram a situação sanitária.

Se o Estado e os empresários se preocupassem um pouco com nosso bem-estar, eles procurariam mecanismos para financiar e reduzir a mobilidade da mão-de-obra durante a semana e não apenas a distração e o desconforto do sábado e do domingo, mas como eles se preocupam mais com os lucros, nós, os pobres, continuaremos completamente à deriva.

O Estado não tem utilidade para os pobres e os empresários viciados em dinheiro manterão os trabalhadores durante toda a semana sob superlotação e exploração em meio à crise sanitária, tudo isso com a passividade e cumplicidade impune de todos os setores dos partidos políticos mais preocupados em continuar a enganar o povo para coletar votos do que para apoiar o povo pobre e suas reais necessidades.

Assassinos, genocidas e violentos são o governo, os partidos e a máfia empresarial.

A RETOMAR AS FORMAS DE PROTESTO POPULAR CONTRA A PANDEMIA DO ESTADO E DO CAPITAL!

Grupo de Propaganda Revolucionária – La Ruptura

Tradução > Liberto

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Se não tivessem voz
As garças desapareceriam
Sobre a neve da manhã

Sono-jo

[Chile] Recordando o companheiro Javier Recabarren

Javier Recabarren, grande guerreirozinho. Seus vizinhos da Villa se recordam de você mais um ano após sua infeliz partida.

Recordamos Javier com muita admiração e respeito, porque ele nos mostra que não há idade para lutar. Ele tinha 11 anos de idade e apesar de ser criança já fazia parte da luta pela libertação dos animais, participando também de vários protestos na VP e marchas no centro de Santiago.

Assim, seu nome chegou a diferentes cantos do mundo. Criança rebelde e fofa, alegre e lutadora. Saudamos e abraçamos sua família com carinho e o maior respeito.

Mais vale uma curta vida de rebeldia, que 100 anos de submissão!

Radio 31 de Enero

Projeto de rádio contra-informativo promovido desde Villa Portales (Santiago do $hile).

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Ah, lua de outono —
Andando em volta do lago
Passei toda a noite.

Bashô

[Chile] Agitação e propaganda em solidariedade com os presos em greve de fome

Agitação e propaganda em solidariedade com os presos subversivos, anarquistas e da revolta em greve de fome + um chamado a multiplicar os gestos de cumplicidade a 2 dias de iniciada a greve. 23 de março de 2021.

I

No dia 22 de março de 2021 os companheiros Mónica Caballero, Francisco Solar, Joaquin García, Juan Flores, Marcelo Villaroel, Pablo Bahamondes, Jose Ignacio Duran, Tomas Gonzales e Gonzalo Farias, iniciaram uma greve de fome desde diversos recintos carcerários da região Metropolitana (C.A.S., CCP de San Miguel, M.A.S. e Santiago 1) em solidariedade com os presos subversivos de longa condenação e pela revogação do art.9 e restituição do art.1 do decreto lei 321.

A solidariedade com os que lutam contra o poder e por quem persiste sob condições de confinamento e isolamento é imediata. Hoje as políticas e imposições jurídicas que o Estado exerce diretamente contra a população carcerária são expressões nefastas de uma estratégia que continuamente buscou restringir, ainda mais, as possibilidades de liberdade dos que vivem o encarceramento. Modificações de leis, novas atribuições administrativas ao corpo repressivo da gendarmeria e o contexto “sanitário” que vivemos, agudizaram o panorama da complexa realidade carcerária, impossibilitando as visitas de familiares e amigos enquanto aumentam as condenações de milhares de presos em uma clara perseguição política.

II

Hoje nossos companheiros decidiram radicalizar suas lutas, nesta contínua resistência intracarcerária, em solidariedade irredutível com quem a perseguição foi a contínua repressão ao longo de suas trajetórias revolucionárias, as mesmas que não abandonaram, que ontem assim como hoje, reafirmaram constantemente em suas posturas de vida contra o poder, e que hoje assumem com dignidade desde o tortuoso isolamento, reivindicando a liberdade de todos os prisioneiros em pé de guerra.

Hoje os companheiros se solidarizam desde diversas experiências, diversas gerações, embarcando coletivamente com os riscos e consequências que implica uma greve de fome, com determinação em agudizar uma luta que nunca se abandonou e pela qual nunca deixaremos de nos sentir cúmplices e orgulhosos. O complexo, e às vezes incerto panorama que pode significar uma greve de fome é então um chamado constante à cumplicidade, um chamado à ação em suas múltiplas formas. A solidariedade nunca permanecerá calada, ainda que tratem de silenciá-la com a normalidade ou de confiná-la com suas medidas repressivas, por mais que esta se veja atacada nunca permaneceremos calados, nem muito menos indiferentes com nossos companheiros, pois desde a subversão, da anarquia e da revolta nos irmanamos pela liberdade imediata de cada um.

III

É por isto que a dois dias de iniciada a greve nos coordenamos para agitar, desta vez, desde a propaganda. Em diversas estações de metrô e esquinas da cidade recorremos a panfletos e faixas em solidariedade com nossos companheiros (algumas destas ações foram registradas, outras não). Entre as 8 e 9 horas da manhã as estações de metrô com intervenções foram:

Linha 1: Pedro de Valdivia (panfletagem), Santa Lucia (panfletagem) e San Alberto Hurtado (panfletagem com agitar de faixas no interior do metrô).

Linha 2: Rondizzoni e Parque O`Higgins (ambas com panfletagens do lado de fora)

Linha 3: Los libertadores (panfletagem)

Linha 4: Sotero del rio e Elisa Correa (ambas com panfletagens do lado de fora)

Linha 5: Cumming (Se consegue impedir o trânsito com agitar de faixas e panfletagem)

Linha 6: Estadio Nacional (Panfletagem e faixa)

IV

Fazemos um chamado a multiplicar estas ou outras iniciativas, a serem criativos, e, sobretudo a não abandonar as ações. Uma greve de fome não consegue se sustentar nem gerar o impacto buscado por si só, sem a devida solidariedade desde fora estas expressões de resistência correm o perigo de serem invisibilizadas e rapidamente interrompidas. É nossa responsabilidade tornar as palavras revolucionárias em gestos revolucionários, fazer desta mobilização uma experiência viva de confrontação, que o tempo não nos engane, pois a luta já está acontecendo a cada instante e somos nós que podemos avivar ainda mais a chama que se propaga. Novamente nos é apresentado um cenário complexo, ainda que opor-se ao sistema carcerário nunca foi fácil, hoje o contexto nos obriga a estarmos mais preparados, mais atentos e dispostos a correr mais riscos, assim como nossos companheiros em greve, são nossos corpos e convicções que se aguçam contra o poder.

Em solidariedade com os presos em greve de fome, subversivos, anarquistas e da revolta!

Solidariedade e cumplicidade com os presos em pé de guerra!

Multiplicar cada gesto contra o poder!

Fim às modificações ao Decreto lei 321!

Pela liberdade dos presos de longa condenação!

Fim ao isolamento, que voltem as visitas!

Grupos de Ação e Solidariedade, março 2021.

Tradução > Sol de Abril

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Eis a forma
Do vento do outono:
O capinzal!

Kigin

Vídeo | Entrevista com Roberto Freire: O amor libertário, os anarquismos, a Soma e outros temas

No final dos anos de 1990, iniciamos um projeto de documentário sobre a vida e obra do Roberto Freire, que teria o nome de “Anarquista do Tesão”. Este projeto não foi concluído e durante esses anos algumas entrevistas ficaram guardadas.

Agora, apresentamos aqui no Canal da Somaterapia, algumas dessas entrevistas com o escritor e somaterapeuta Roberto Freire.

Nesta conversa, Freire fala sobre o anarquismo, o fracasso da política representativa, a inutilidade das vanguardas, o amor libertário e a Soma como legado original. Apesar do tempo que separa esta conversa dos dias de hoje, suas análises permanecem terrivelmente atuais.

Roberto Feire faleceu em maio de 2008, em São Paulo. Sua obra abrange mais de trinta livros publicados, entre eles “Ame e dê Vexame”, “Sem Tesão não há solução” e “Coiote”.

Dentre os diversos campos em que atuou  (literatura, cinema, teatro, jornalismo e TV), a Soma – uma terapia anarquista é sua criação mais singular.

Acompanhe Soma também no site:

www.somaterapia.com.br

No Instagram: somaterapia

No Facebook: somaterapia

>> Confira o vídeo (18:36) aqui:

https://www.youtube.com/watch?fbclid=IwAR3ifep47NIb-NuF02NHuWNIX8-mW78mJPd40gxcEoLHOjrU7dz5AD0gtV0&v=pUcBlnw9F1I&feature=youtu.be

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sol em plenitude
uma rã pula — em versos
barulho de Vida

Roséli

[Itália] Por Lorenzo, por Rojava, pela liberdade

Há dois anos, Lorenzo Orsetti foi morto em Baghouz, no nordeste da Síria, enquanto lutava pela liberdade e pelo internacionalismo. Seguindo os ideais de justiça, liberdade e igualdade, ele escolheu unir-se à luta do povo de Rojava e do YPG/YPJ em 2017, lutando contra o Estado islâmico ao lado do Tikko e nos últimos meses na formação Tekoşina Anarşist (Luta Anarquista) sob o nome Tekoşer Piling.

Nestes dois anos, o Estado turco continuou com bombardeios e ataques terrestres para travar uma guerra contra a população curda e o movimento de libertação em Rojava e no norte do Iraque. Esta guerra visa apagar a perspectiva de paz e de mudança radical na sociedade pela qual Lorenzo também lutou e sacrificou sua vida.

Esta guerra contra a liberdade é conduzida não apenas pela Turquia, mas por todos os Estados. Porque uma experiência alternativa como a de Rojava é em si mesma uma ameaça à dimensão hegemônica e bélica produzida pelos Estados. Mas também porque tal exemplo é susceptível de reacender em outras partes do mundo a esperança de uma revolução social. É por isso que na Itália, como na Alemanha, França e outros países, os camaradas que apoiaram diretamente a luta do povo de Rojava foram ou ainda estão sujeitos à perseguição do Estado.

Convidamos a participar da manifestação todos aqueles que querem lembrar Lorenzo, mostrar apoio à Rojava e expressar solidariedade com todos os camaradas que na Itália também são perseguidos por seu compromisso internacionalista.

Coletivo Anarquista Libertário

Federação Anarquista de Livorno

Fonte: https://collettivoanarchico.noblogs.org/post/2021/03/13/per-lorenzo-per-il-rojava-per-la-liberta/

Tradução > Liberto

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Sulco fundo de arado.
A terra aberta ferida
Eis a vida.

Eunice Arruda

[Espanha] Quinta-feira, 25 de março. Reuniões digitais. “Os anos bárbaros: Punk na Extremadura”

Longe do que se poderia pensar, na Extremadura havia também a música kañera ao ritmo do punk, o que mais. Uma rota necessária através da cena punk extremenha dos anos 80 e início dos anos 90. Uma memória bem merecida daqueles anos bárbaros em uma periferia que também sabia como ser raivosa.

Apresentado por Chema Álvarez Rodríguez e como convidado será Leandro Alonso.

Você pode assistir nesta quinta-feira 25 de março às 19h30 no canal CNT

Badajoz:

https://www.youtube.com/channel/UCx6xxECD_5mKM0bOb-Ue8fw

Fonte: https://www.cnt.es/noticias/jueves-25-de-marzo-encuentros-digitales-los-anos-barbaros-el-punk-en-extremadura/ 

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Mesa cheia
Telefone tocando
Começa o dia

Patricia Giglio

À caça do último nazista nos Estados Unidos

Justiça norte-americana deporta Friedrich Karl Berger, cidadão alemão de 95 anos que foi guarda em um campo de concentração e vivia no Tennessee desde 1959

Por Amanda Mars | 23/02/2021

Friedrich Karl Berger chegou aos Estados Unidos em 1959 como um a mais entre milhões de imigrantes europeus que àquela altura buscavam a vida nesta parte próspera do mundo. Ao final da II Guerra Mundial, conseguiu entrar primeiro no Canadá, procedente da Alemanha, mas depois se estabeleceu em Oak Ridge, uma pequena cidade do Tennessee (sul dos EUA). Lá constituiu família ao lado da esposa e da filha, trabalhou fabricando aparelhos para desencapar fios elétricos e se tornou um membro integral dessa prototípica comunidade de subúrbio norte-americano. Também ali Friedrich Karl Berger se aposentou e enviuvou, virou avô e, fechando o ciclo de qualquer biografia banal, estava destinado a morrer. Mas no sábado passado, aos 95 anos, a Justiça dos Estados Unidos o deportou ao seu país de origem por ter servido como guarda do campo de concentração nazista de Neuengamme, perto de Hamburgo.

Só a morte dos culpados, a passagem inexorável dos anos, porá fim nos Estados Unidos à caçada aos criminosos do Holocausto. Em 1979, o Departamento de Justiça lançou um programa especial para detectar, investigar e deportar qualquer colaborador das atrocidades da II Guerra Mundial e, desde então, ganhou processos contra 109 indivíduos. Nos últimos 30 anos, segundo seus dados, os EUA caçaram mais nazistas que todos os demais países juntos. Nunca retrocederam no empenho de encontrar até o último escondido em seu território. Com Berger, em 20 de fevereiro, já são 70 os deportados e, pela data e pela falta de casos semelhantes ainda em aberto, ele pode se tornar em um dos últimos, ou mesmo o derradeiro.

O sórdido passado deste morador do Tennessee veio à luz em documentos achados num navio alemão que foi afundado pelas forças aliadas em 1945 e descoberto cinco anos depois. O material foi investigado pelos historiadores do Departamento de Justiça dos EUA, que anos depois localizaram Berger. Em fevereiro de 2020, ele confessou a um tribunal que tinha servido em um campo-satélite de Neuengamme, perto da localidade alemã de Meppen, que abrigava sobretudo prisioneiros russos, holandeses e poloneses. Os réus viviam em condições “atrozes”, segundo o juiz, e foram explorados trabalhando ao ar livre “até a extenuação e a morte” durante o inverno europeu de 1945. No fim de março, conforme as forças britânicas e canadenses ganhavam terreno, os nazistas abandonaram o complexo. Foi então que esse cidadão alemão desempenhou um papel especialmente nocivo.

Berger se encarregou de custodiar a retirada forçada dos prisioneiros em uma viagem “desumana” de duas semanas, que ceifou 70 vidas, segundo a sentença. Centenas de outros detentos morreram depois, ao serem retidos em duas embarcações ancoradas na baía de Lubeck, no mar Báltico, que os britânicos bombardearam por engano. Entre os restos do naufrágio apareceu a informação sobre Berger. Um juiz de imigração do Tennessee emitiu a ordem de deportação em 28 de fevereiro de 2020, depois de um julgamento de dois dias. Os moradores de Oak Ridge ficaram perplexos, e ele começou uma batalha judicial para evitar a expulsão, que terminou em novembro passado, quando a ordem foi confirmada.

O nonagenário chegou no sábado passado a Frankfurt e foi entregue aos investigadores para um interrogatório, segundo a Associated Press, embora tempos atrás a Justiça alemã já tenha rejeitado as acusações contra ele, por falta de provas, segundo o The Washington Post ―uma decisão que poderia ser revertida depois do processo nos EUA. Em uma conversa com aquele jornal, em março passado, Berger alegou que tinha apenas 19 anos na época dos fatos e foi obrigado a trabalhar no campo de concentração. “Depois de 75 anos isto é ridículo, não posso acreditar”, queixava-se, naquelas que foram as suas únicas declarações públicas.

Entretanto, durante o julgamento ele admitiu também que nunca pediu para ser transferido daquele local e que, décadas depois, continuava recebendo uma pensão da Alemanha por seu trabalho no país, incluído “seu serviço durante a guerra”.

Berger foi deportado com base em uma emenda de 1978 à Lei de Imigração e Nacionalidade, conhecida como Emenda Holtzman, que proíbe qualquer cúmplice da perseguição nazista de entrar ou viver nos Estados Unidos. “Neste ano que marca o 75º aniversário das condenações de Nuremberg, este caso demonstra que a passagem das décadas não deterá o Departamento na busca por justiça em nome das vítimas dos crimes nazistas”, destacou o secretário interino de Justiça do país, Monty Wilkinson.

Fonte: https://brasil.elpais.com/internacional/2021-02-23/a-caca-do-ultimo-nazista-nos-estados-unidos.html

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Seu olhar segue
o voo do pássaro –
será que desce?

Eugénia Tabosa

[França] Comunicado de imprensa da UCL de Lyon após o novo ataque à livraria “La Plume Noire”

Nossa livraria, La Plume Noire, localizada no número 8, rue Diderot, foi mais uma vez o alvo de um ataque perpetrado por cerca de cinquenta fascistas mascarados e armados.

Isso aconteceu hoje (20/03) às 14h na abertura de nossa livraria, mas também da associação PESE para a coleta de necessidades básicas.

Menos de 10 pessoas estavam lá dentro no momento do ataque. O ataque foi covarde, violento como a extrema-direita de Lyon.

Felizmente, houve apenas danos materiais e esperamos que os presentes se recuperem rapidamente deste ataque.

Não há dúvidas sobre a origem do ataque: na verdade, é a extrema-direita de Lyon, em particular os identitários aliados aos hooligans nazistas do estádio. As canções encontradas em alguns vídeos, a saudação nazista, não deixam dúvidas.

Este ataque está necessariamente ligado à dissolução da Génération Identitaire e ao nosso pedido com outras organizações de fechar suas instalações no Traboule e seu ginásio L’agogé.

Por outro lado, mais uma vez nos surpreendemos (na verdade não tanto) com a facilidade com que 50 fascistas encapuzados e armados podem atravessar vários bairros da cidade, atacar um local às 14h em um sábado à tarde e sair sem ser molestados pelas autoridades. Ouvimos até mesmo da polícia que o grupo de 50 foi seguido por câmeras de vigilância, mas não preso porque o número não era suficientemente grande!

Como em 2016 e em dezembro de 2020 (ataque aos voluntários do Pese em frente a La Plume Noire), foi apresentada uma denúncia. Não esperamos nada dela, mas foi necessário reabrí-la o mais rápido possível.

Ainda estamos de pé; não desistiremos de nossas lutas; continuaremos a difundir nossos ideais, em particular através de nossa livraria La Plume Noire.

Continuaremos a exigir o fechamento de instalações fascistas, especialmente as dos identitários.

Nós o manteremos prontamente informado sobre o que vemos como uma resposta política a este ataque.

Nos vemos em breve nas lutas!

Não passarão!

Fonte: https://rebellyon.info/Communique-de-l-UCL-Lyon-suite-a-la-23004

Tradução > Liberto

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agência de notícias anarquistas-ana

Na casa do avô
Havia tantos pernilongos
Em noites como esta!

Paulo Franchetti

[EUA] “Obrigado por estender a mão”

Mumia Abu-Jamal foi diagnosticado com Covid-19 no final de fevereiro de 2021, enquanto também sofria de uma doença cardíaca. Houve três testes anteriores negativos ou falso-negativos de Covid-19 e um teste rápido de antígeno negativo na prisão. O movimento de solidariedade a Mumia organizou uma campanha exigindo a sua libertação imediata, visto que está bastante vulnerável devido ao seu estado de saúde e idade. Inicialmente, ele estava em confinamento solitário sem o tratamento necessário para sua condição. Mas agora Mumia está no hospital após pressão do mundo solidário. A seguir, uma carta de Mumia de agradecimento.

Uma carta de agradecimento

Por Mumia Abu-Jamal

Queridas irmãs, irmãos, camaradas, amigas, amigos e familiares,

Ona MOVE, vamos nos mover!

Como posso lhes agradecer? Estas minhas palavras dificilmente podem medir o dilúvio de amor que vocês derramaram em meu nome recentemente.

Estou quase, quase sem palavras. Mas eu vou tentar.

Obrigado Wadiya. Obrigado Pam Africa.

Seu apoio da Filadélfia à França, de lugares de toda a nação e literalmente do mundo inteiro, me tirou de uma cela de prisão e me levou a um quarto de hospital para receber tratamento para uma condição que eu nem sabia que tinha.

Em meio à pandemia que muitos duvidam, em janeiro de 2021 mais de 300.000 detentos testaram positivo para a COVID-19.

Imagine isso!

Imagine estar em uma cela tentando respirar com um grande peso pressionando seu peito.

Imagine um homem ou mulher idosa ou um jovem tentando respirar.

Pois sim, estamos na era do encarceramento em massa, que dia após dia aumenta sua imposição aos mais velhos que lutam sem sucesso para respirar, para andar, para ser.

Obrigado por estender a mão. Que nossa missão seja a abolição.

Eu amo a todos vocês. Do fundo do meu coração, agradeço a vocês por tudo.

Da nação encarcerada, sou Mumia Abu-Jamal.

19 de março de 2021

agência de notícias anarquistas-ana

De espantalho
Para espantalho,
Voam os pardais.

Sazanami

[Espanha] Frederica Montseny, la dona que parla

A figura de Frederica Montseny mereceu livros, reportagens e agora também um filme, “Frederica Montseny, la dona que parla”.

O filme estreou no dia 8 de março em televisões da Catalunha, País Valencià e Ilhas Baleares.

Ainda se pode ver em TV3 na seção A la Carta.

https://www.ccma.cat/tv3/alacarta/frederica-montseny/frederica-montseny-la-dona-que-parla/video/6086856/

FREDERICA MONTSENY, LA MUJER QUE HABLA

Produtoras: Distinto Films em coprodução com Televisão da Catalunha e Voramar Films e a participação de À PUNTO MEDIA e de IB3, com o apoio do Departamento de Cultura da Generalidad de Catalunha, o Instituto Valenciano de Cultura, Creative Europe Media Programme of the European Union e com a colaboração do Ministério de Igualdad-Instituto da Mulher e a participação de CREA SGR, 2021

O filme nos mostra a Frederica da guerra incitando à luta com ideais e denunciando a violência pela violência. Reflete suas contradições e sua luta interna pela proposta de entrada no governo de Largo Caballero.

Também nos reflete seu exílio e sua detenção pela polícia francesa.

É um filme e, portanto, o tratamento da história pode ser manipulado, mas, sim, é de agradecer que a figura de Frederica seja reconhecida e como anarquista.

Deixamos-lhes uma entrevista que está na RNTVE para que ouça de sua boca.

https://www.rtve.es/m/alacarta/videos/personajes-en-el-archivo-de-rtve/mujeres-federica-montseny/947306/

Fonte: http://memorialibertaria.org/Federica%20Montseny%20la%20dona%20que%20parla

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agência de notícias anarquistas-ana

dou de comer ao gato:
o ronrom
estridula sem cessar

Ross Clark

[Espanha] Capitalismo e submissão

Tudo parece indicar que a era dourada do Capitalismo (especialmente para o Ocidente) terminou com a “pandemia”. Esta uniformização e disciplina da sociedade com as normas impostas devido à “pandemia”, vai no sentido de moldar um novo tipo de indivíduo, mais dócil, obediente e submisso, para que se adapte aos novos tempos de escassez (para uma maioria) e possivelmente de miséria (para uma minoria) que acontecerá em um curto período e que será ampliado à medida que o Sistema Técnico Universal for sendo imposto.

Quem acredita nas instituições do poder torna-se o escravo perfeito que perdeu completamente sua consciência. Sem consciência não há reflexão e sem reflexão não há consciência. Ele pode obedecer a todas as ordens que lhe são ditadas pelas autoridades, por mais absurdas que elas sejam, e adora a disciplina que sistematicamente lhe impõem.

As massas são o equivalente do espetáculo oferecido a elas pela mídia. Todo o espetáculo é planejado e seu poder reside na espetacularidade dos eventos baseada em sua emocionalidade e sentimentalismo, dramatizando ou desdramatizando seu conteúdo para entreter e manipular as massas.

O mundo se tornou uma prisão imensa, este fato em si mesmo contém uma grande verdade; que nós nunca fomos livres.

Esta “pandemia” tem sido a grande cortina de fumaça para refundar o capitalismo, desta forma todos os tipos de medidas são aceitos (em nome da segurança) e a reconversão para um novo modelo mais totalitário baseado na tecnologia é legitimada.

Uma sociedade que presta homenagem a seus executores (políticos e outros administradores) está condenada ao fracasso como civilização.

Fonte: https://matapuces.blogspot.com/2021/01/capitalismo-y-sumision.html

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uma pétala de rosa
no vento
ah, uma borboleta

Rogério Martins